O presidente chileno Kast participa de atividades após sua posse, em Santiago. REUTERS/Juan Gonzalez Deputados de extrema direita do Chile pressionam pela mudança do Código de Saúde para obrigar as mulheres que buscam o aborto a ouvir os batimentos cardíacos do feto antes do procedimento. Um projeto de lei apresentado por seis legisladores mobiliza o país, onde o aborto é ilegal e permitido somente em três situações: quando a mãe corre risco de morte, foi vítima de estupr
O presidente chileno Kast participa de atividades após sua posse, em Santiago. — Foto: REUTERS/Juan Gonzalez
Deputados de extrema direita do Chile pressionam pela mudança do Código de Saúde para obrigar as mulheres que buscam o aborto a ouvir os batimentos cardíacos do feto antes do procedimento.
Um projeto de lei apresentado por seis legisladores mobiliza o país, onde o aborto é ilegal e permitido somente em três situações: quando a mãe corre risco de morte, foi vítima de estupro ou o feto apresente uma condição congênita que ameace a sua vida.
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Ainda que as circunstâncias para a interrupção da gravidez sejam limitadas, os deputados alinhados ao presidente conservador José Antonio Kast querem fazer mais para impedir o procedimento.
Denominado “Escute o seu coração”, o projeto determina que existe um “dever médico" de mostrar à paciente a atividade embrionária. Ela pode até se recusar a ouvir os batimentos cardíacos do feto. Mas, nesse caso, “o médico também deve se recusar a realizar o aborto”.




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