Acordo da entidade com a Coca-Cola é válido por duas temporadas e engloba o Brasileirão e a Copa do Brasil
Priorizar nos meus resultados Google A Coca-Cola é a nova patrocinadora oficial das competições femininas organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O acordo, válido para as temporadas de 2026 e 2027, contempla o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil, reforçando o movimento de grandes marcas em direção ao fortalecimento da modalidade em um momento em que o país se prepara para sediar a Copa do Mundo Feminina da Fifa de 2027. O contrato também abrange, do masculino, o Campeonato Brasileiro (Séries A e B), e a Copa do Brasil.
Com a parceria, a companhia amplia sua presença no esporte e passa a integrar um seleto grupo de empresas que investem no desenvolvimento do futebol feminino brasileiro, se juntando a marcas como Amazon, Hyundai, Itambé, Uber, Sicoob e Monange, gerenciados pelas agências Heatmap e FSports, detentora dos direitos dos torneios.
O acordo põe fim a um afastamento que durou um quarto de século. A relação entre a Coca-Cola e o futebol brasileiro começou em 1987, quando a marca patrocinou a Copa União e estampou simultaneamente a camisa da maioria dos grandes clubes do país. Após anos de destaque, o contrato foi encerrado no início dos anos 2000 em meio a litígios judiciais com a CBF, abrindo espaço para a Ambev assumir a seleção brasileira e afastando a gigante das bebidas das competições nacionais.
A Coca-Cola, no entanto, é parceira oficial da Fifa há décadas e apoiou a primeira Copa do Mundo Feminina da Fifa, realizada em 1991. “Estamos construindo um ecossistema cada vez mais robusto, capaz de gerar valor para patrocinadores, clubes, atletas e torcedores, ao mesmo tempo em que contribui para o desenvolvimento sustentável da modalidade”, destaca Ruskaya Zanini, Chief Operating Officer (COO) da FSports.
O contrato, cujos valores não foram revelados, prevê ampla entrega de mídia e oportunidades de ativação durante as competições, incluindo exposição em painéis de LED, placas estáticas, backdrops de entrevistas, produção de conteúdo digital e ações especiais voltadas para torcedores, atletas e demais públicos envolvidos com a modalidade.
Para Rene Salviano, fundador e CEO da Heatmap, o acordo reflete uma mudança de percepção do mercado sobre o papel do futebol feminino no país. “Com o Brasil prestes a receber a Copa do Mundo, as marcas entendem cada vez mais que investir no futebol feminino significa apoiar toda uma cadeia de desenvolvimento que começa nas competições nacionais e chega à Seleção Brasileira”, afirma Salviano.


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