Inércia em relação à MP do Frete fez com que a categoria acenasse para uma paralisação nesta segunda-feira
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O Senado deve votar nesta terça-feira a MP do Frete, após acordo entre parlamentares e caminhoneiros que evitou uma greve iminente. A negociação prevê ajustes no texto e possíveis vetos de Lula, pacificando a categoria e evitando uma crise política às vésperas das eleições. Entenda os detalhes do consenso.
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Após um acordo celebrado entre parlamentares da base e da oposição e os caminhoneiros, o Senado deve apreciar nesta terça-feira a MP do Frete.
A inércia em relação ao tema fez com que a categoria acenasse para uma paralisação nesta segunda-feira.
A eventual aprovação do texto deve fazer com que os caminhoneiros recuem em relação à greve, que, se perdurasse, poderia trazer problemas para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a menos de três meses das eleições.
Durante a reunião entre governistas, opositores e representantes da categoria, ficou acordado que, durante a apreciação da medida, serão feitos alguns ajustes de redação.
Houve ainda a sinalização de vetos de Lula em alguns trechos da proposição, como a previsão de anistia das multas de caminhoneiros por protestos após as as eleições de 2022, inserido no texto pelo relator da proposta na Câmara, Zé Trovão.
“Chegamos a um bom acordo para votação. Vou comunicar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre o acordo, e nossa expectativa é coloca-lo em apreciação amanhã”, disse o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, após o encontro.




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