Jogador começou no futsal, foi descartado por De la Fuente no sub-21 e hoje é atleta de confiança do técnico
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16.jul.2026 às 18h58
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Campeão da Eurocopa em 2024 e da Copa do Mundo de Clubes da Fifa (Federação Internacional de Futebol) em 2025, o lateral-esquerdo da Espanha, Marc Cucurella, buscará neste domingo (19) o terceiro e o maior título internacional de sua carreira.
O jogador terá a complicada tarefa de ser um dos marcadores de Lionel Messi na decisão da Copa do Mundo de 2026, contra a Argentina, a três dias de seu aniversário de 28 anos.
Quando tinha 8 anos, um cliente de seu pai, que vendia carros, foi à loja dele e lhe sugeriu que levasse o filho à academia do Espanyol para um teste. Uma conversa despretensiosa sobre o pequeno Cucurella, que jogava futsal em sua cidade natal, Alella, acabou sendo o pontapé inicial para a carreira do hoje titular absoluto da seleção da Espanha.
Depois de seis anos no Espanyol, Cucurella assinou com o Barcelona, ainda pelas categorias de base. Conquistou uma vaga no time B, pelo qual jogou até 2018, quando foi emprestado para o singelo Eibar.
Simultaneamente, chegou a ser incluído na pré-lista de convocados da seleção sub-21para o Campeonato Europeu, mas acabou descartado pelo então treinador da categoria, Luis de la Fuente, hoje à frente da seleção principal.
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No Eibar, firmou-se como titular, foi testado como lateral-esquerdo mais ofensivo e marcou seu primeiro gol no Campeonato Espanhol justamente contra o Barcelona.
Depois de passar pelo Getafe, também da Espanha, foi para o futebol inglês, transferido para o Brighton em 2021, mesmo ano em que fez sua estreia pela seleção nacional, já sob comando de De la Fuente.
Na primeira temporada de Premier League, foi eleito pelos torcedores do Brighton o melhor jogador do clube. Atuaria na Inglaterra por mais quatro anos, defendendo o Chelsea a partir de 2022. Retornará, em breve, ao futebol espanhol.
Versátil para defender e atacar, Cucurella marcou nove vezes e deu 13 assistências em 163 jogos pelos Blues. O principal título de sua carreira em clubes veio em 2025, com a vitória do Chelsea sobre o PSG por 3 a 0 na primeira Copa do Mundo de Clubes da Fifa.
Também foi campeão da Conference League da Uefa (União das Associações Europeias de Futebol) com a equipe inglesa.




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