A Copa do Mundo está no fim da sua segunda fase, mas já conta com oito saídas de técnicos.
A Copa do Mundo está no fim da sua segunda fase, mas já conta com oito saídas de técnicos.
Julian Nagelsmann (Alemanha). O treinador deixou o cargo após a eliminação para o Paraguai, nos pênaltis, na segunda fase. Ele estava no cargo havia quase três anos.
Ronald Koeman (Holanda). O holandês pediu demissão após a eliminação para Marrocos, também nos pênaltis, na segunda fase. O ex-zagueiro era técnico da seleção desde janeiro de 2023.
Sebastián Beccacece (Equador). O contrato do treinador chegou ao fim após a Copa do Mundo. Ele deixou o cargo após a eliminação para o México, na segunda fase, com derrota por 2 a 0. O argentino havia assumido a seleção em agosto de 2024 e se classificado em segundo nas Eliminatórias.
Marcelo Bielsa (Uruguai). El Loco pediu demissão após a queda na fase de grupos. Ele estava no cargo desde maio de 2023 e deixou a Celeste em meio a uma série de polêmicas sobre gestão do elenco durante a Copa.
Miroslav Koubek (Tchéquia). O treinador pediu demissão cerca de seis meses após assumir o comando. Ele foi o responsável por classificar a Tchéquia na repescagem para a Copa, mas foi eliminado ainda na fase de grupos do Mundial.
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Steve Clarke (Escócia). O técnico se demitiu após a eliminação na fase de grupos da Copa do Mundo. Clarke era o comandante da seleção escocesa desde 2019 e comandou o país em cerca de 80 jogos.
Hong Myung-Bo (Coreia do Sul). O treinador sul-coreano entregou o cargo em meio a uma onda de ameaças de morte e críticas pelo desempenho ruim da equipe. Ele estava no cargo desde 2024, mas não conseguiu passar da fase de grupos.
Sabri Lamouchi (Tunísia). O francês foi o único técnico demitido durante a participação da sua seleção nesta edição da Copa do Mundo. Ele deixou o cargo logo após a derrota por 5 a 1 para a Suécia, na estreia da Tunísia nesta edição do Mundial. O treinador havia sido contratado no começo do ano.
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