Uma corte de apelação nos EUA rejeitou avaliar o pedido do presidente Donald Trump para autorizar a implementação, pelo governo federal, de exigências mais restritivas para o voto pelo correio nas eleições legislativas de novembro, quando os republicanos tent…
Uma corte de apelação nos EUA rejeitou avaliar o pedido do presidente Donald Trump para autorizar a implementação, pelo governo federal, de exigências mais restritivas para o voto pelo correio nas eleições legislativas de novembro, quando os republicanos tentarão conservar bancadas majoritárias na Câmara e no Senado.
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Nesta quinta-feira, o tribunal de recursos se recusou a avaliar a questão, na medida em que permanece sob análise da Suprema Corte dos EUA. Dessa forma, a corte de apelação não se manifestou quanto à proibição, decidida por juíza de tribunal de primeira instância na semana passada, de que o Serviço Postal americano cumpra novas regras sobre o voto pelo correio orientadas pela Casa Branca, em decreto de Trump assinado em março.
A juíza distrital de Boston Indira Talwani, indicada pelo presidente democrata Barack Obama, emitiu uma injunção contra a nova regra, a pedido de grupos civis que defendem o direito a voto no país e, também, de Estados americanos liderados por políticos democratas.
As novas regras defendidas por Trump estabelecem que os Estados devem prover o Serviço Postal americano com listas de votantes, de forma a que o Correio possa recusar o encaminhamento de votos que não estejam em conformidade com o padrão ou que estejam vinculados a eleitores que não constem nas listas.
Todos os 50 estados da federação americana permitem alguma forma de voto pelo correio, 29 dos quais não exigem dos eleitores justificativa pela escolha dessa opção — e oito Estados conduzem a eleição, inteiramente, pelo correio.




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