Equipe de Flávio Bolsonaro estuda ajuste de R$ 250 bilhões. Entenda o papel de Daniella Marques e os possíveis impactos sobre benefícios sociais O post Cortes de R$ 250 bilhões de Flávio podem afetar aposentados, saúde e educação apareceu primeiro em Pragmati…

Flávio Bolsonaro (PL) já começou a apresentar nomes que poderão integrar seu governo, mas uma das principais dúvidas sobre seu programa econômico continua sem resposta. Enquanto o senador elogia Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e integrante de sua equipe, reportagens revelam discussões sobre um ajuste fiscal de até R$ 250 bilhões que poderia limitar ganhos reais de aposentados e beneficiários do BPC, além de alterar o financiamento da saúde e da educação. A campanha nega que essas medidas façam parte de suas propostas oficiais.

O contraste entre a promessa de uma equipe econômica qualificada e a ausência de detalhes sobre o ajuste ganhou relevância na disputa presidencial contra Lula (PT).

A questão central é identificar de onde sairiam os recursos para uma economia equivalente a aproximadamente 2% do Produto Interno Bruto brasileiro e quais setores seriam afetados.

Daniella Marques presidiu a Caixa Econômica Federal durante o governo de Jair Bolsonaro e trabalhou na equipe do então ministro da Economia, Paulo Guedes.

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Atualmente, participa da formulação do programa econômico da campanha de Flávio Bolsonaro.

Em agosto, durante um evento empresarial em São Paulo, o candidato mencionou Daniella como exemplo do perfil profissional que gostaria de reunir em um eventual governo.

Segundo reportagem do Estadão, Flávio afirmou que pretendia montar uma equipe de ministros competentes, incluindo pessoas como Daniella, que estava presente no evento.

Na ocasião, ela era mencionada entre os possíveis nomes para o Ministério da Fazenda ou para uma pasta que reunisse atribuições econômicas.

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Entretanto, Flávio não anunciou sua nomeação para qualquer ministério.

Reportagens publicadas em outubro apontam que Daniella também é considerada para comandar uma estrutura ampliada de políticas sociais.

Portanto, embora seja uma figura relevante na campanha, não é correto apresentá-la como ministra da Fazenda já escolhida.

Além de Daniella Marques, a formulação econômica da campanha conta com Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia no governo Jair Bolsonaro

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Sachsida ocupa uma posição central na coordenação das propostas econômicas.

Outros nomes ligados ao mercado financeiro e à administração anterior também são mencionados como possíveis integrantes de um futuro governo.

Entre os cotados para a Fazenda aparecem Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, Alexandre Bettamio, executivo do Bank of America, e Marcelo Kayath, ligado ao mercado financeiro.