Meio-campista disputou cinco Mundiais pela seleção, eliminada nesta quinta-feira (2) por Portugal
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O maestro participou de seu último concerto na história das Copas. Com a derrota para Portugal, em Toronto, a Croácia está eliminada da competição —os lusitanos avançam para as oitavas de final, para enfrentar a Espanha.
Aos 40 anos, Luka Modric foi referência de uma geração e principal nome da seleção vice-campeã em 2018 (levando a Bola de Ouro) e terceira colocada em 2022 —com direito a eliminar o Brasil nas quartas de final.
A história do camisa 10 quase se confunde com a trajetória do próprio país nos Mundiais.
Foram sete participações croatas desde o fim da Iugoslávia, começando em 1998. Modric esteve em cinco delas —poderiam ter sido seis, caso a equipe não tivesse ficado fora do Mundial de 2010.
Com exceção da surpreendente campanha de 1998 —quando a simpática seleção com camisa que parecia toalha de piquenique terminou em terceiro lugar e fez o artilheiro (Suker, com 6 gols)—, as boas performances do país eslavo passaram por Modric.
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Em sua primeira Copa, 20 anos atrás, ele ficou no banco no confronto contra o Brasil e entrou no segundo tempo nas outras partidas, sem alarde.
Foi no Brasil que o maestro voltou ao Mundial, em 2014, como líder do time. Naquele ano, atuou nas três partidas da decepcionante campanha que terminou na primeira fase —novamente, com jogo contra o Brasil e derrota por 3 a 1.
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A grande Copa de Modric veio quatro anos depois, em solo russo. Na estreia na competição, diante da Nigéria, fez seu primeiro gol, na vitória por 2 a 0. Voltou a marcar contra a Argentina. Nas duas partidas, foi eleito o melhor em campo.
Voltou a ser escolhido o principal jogador nas quartas de final, quando a Croácia eliminou a Rússia nos pênaltis.
Na semifinal, os croatas surpreenderam a favorita Inglaterra com uma vitória de virada. No entanto, o time não teve força para brecar o ataque francês, capitaneado por Mbappé, na decisão.


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