Prefeito Ricardo Nunes (MDB) afirmou nesta sexta-feira (11/9) que decisão do ministro Flávio Dino tornou instituto comercialmente inativo

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou nesta sexta-feira (11/9) que deve acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) e questionar se há necessidade de rompimento de contrato com o Instituto Conhecer Brasil (ICB) dos pontos de wi-fi espalhados pela capital paulista. Segundo Nunes, decisão do ministro Flávio Dino tornou esse instituto inativo do ponto de vista de operações comerciais.

Um dos alvos da operação da última quinta-feira (10/9), Karina Gama está ligada ao Instituto e é uma das produtoras do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Nós vamos consultar hoje o STF se a empresa realmente não pode mais ter contrato com ninguém. Se ele [Dino] tomou uma decisão sem antes verificar se realmente ela é culpada ou se ele já fez uma criminalização antecipada”, afirmou Nunes durante agenda na zona oeste de São Paulo. “Se ele fez um processo de criminalização antecipada, a gente vai ter que romper o contrato e vamos deixar de ter 3.200 pontos de Wi-Fi nas comunidades e nas favelas, mas sempre respeitando aquilo que o Judiciário determina”.

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