Calleri e São Paulo precisaram de meses de negociações, duas propostas recusadas e uma mudança no comando do futebol para chegar a um acordo pela renovaçã...

Jonathan Calleri e São Paulo precisaram de meses de negociações, duas propostas recusadas e uma mudança no comando do departamento de futebol para chegar a um acordo pela renovação de contrato.

Como o UOL revelou ontem, já existe um acordo verbal entre as partes por um novo contrato até 2028, restando apenas a troca de documentos para a assinatura do novo vínculo.

O acordo, porém, veio depois de idas e vindas nas negociações. A primeira etapa das conversas foi conduzida por Rui Costa, que apresentou uma proposta de renovação que acabou recusada pelo staff de Calleri por questões financeiras.

Após a demissão do executivo, a negociação passou a ser liderada pelo então gerente esportivo Rafinha. A gestão, então, apresentou uma segunda oferta, mas que acabou novamente recusada pelos representantes do argentino.

Naquele ponto, o clube passou a carregar bastante pessimismo pela permanência do capitão, ainda que as conversas não tenham sido interrompidas.

Segundo apurou o UOL, o ex-capitão teve papel importante para reconstruir o diálogo entre as partes e convencer Calleri de que havia disposição do clube em encontrar uma solução.

O dirigente manteve contato frequente com o atacante e seu staff ao longo das últimas semanas. Internamente, a avaliação é de que sua relação com o elenco e a identificação construída durante anos no vestiário ajudaram a reduzir o desgaste criado nas negociações.

Do outro lado, Calleri também sempre demonstrou vontade de permanecer no Morumbis. Após novas conversas com seus empresários, Calleri flexibilizou sua pedida inicial para aproximar os valores da realidade financeira do clube, encaminhando o acerto.

A renovação seguirá exatamente o formato antecipado pelo UOL. Calleri assinará contrato até dezembro de 2028, com uma cláusula de renovação automática até o fim de 2029.

O gatilho será ativado caso o atacante dispute pelo menos 60% das partidas do São Paulo em 2028, atuando por, no mínimo, 45 minutos em cada uma delas.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.