Arianne Botelho estreou na TV em 2015, como uma das protagonistas da minissérie "Amorteamo", na TV Globo. Onze anos depois, o amor continua sendo o fio condutor de sua jornada, mas agora sob uma nova perspectiva. Aos 32 anos, a atriz protagoniza Então é Amor?, nova novelinha vertical do Globoplay, consolidando um momento de profunda maturidade pessoal e profissional. Rita Lobo comenta passagem do tempo: 'Não baseei minha carreira no look' Cirurgia bariátrica, apê no Copan e casamento
Arianne Botelho estreou na TV em 2015, como uma das protagonistas da minissérie "Amorteamo", na TV Globo. Onze anos depois, o amor continua sendo o fio condutor de sua jornada, mas agora sob uma nova perspectiva. Aos 32 anos, a atriz protagoniza Então é Amor?, nova novelinha vertical do Globoplay, consolidando um momento de profunda maturidade pessoal e profissional.
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Olhar para trás, para aquela jovem de 21 anos que dava os primeiros passos na televisão, traz a certeza de uma verdadeira revolução interna. "Acredito que o maior desafio da Arianne de 2015 era reconhecer o seu próprio valor, pessoal e profissional, praticar o amor-próprio e se respeitar. Nessa época, eu ainda me sabotava muito, era insegura e precisava de uma validação externa para valorizar meu trabalho", conta à revista ELA.
A virada de chave começou ali mesmo, no início da carreira, com o suporte da terapia. O processo de amadurecimento ganhou contornos mais nítidos com a chegada dos 30 anos. "Hoje, com 32, com certeza sou uma mulher e atriz muito mais segura e confiante, com consciência do meu valor, do que eu posso entregar para um personagem em um projeto e de como eu quero ser tratada. Hoje eu me respeito e também sou muito mais generosa e amorosa comigo mesma. Nessa jornada de autoconhecimento, eu aprendi a me escolher todos os dias e entendi que eu preciso ser minha prioridade em tudo o que eu for fazer na minha vida", afirma.
Na nova produção do Globoplay, Arianne dá vida à Rosa, uma mulher que foge do óbvio e surpreende a cada capítulo. Para construir essa personalidade, a atriz buscou inspiração dentro de casa.
"Acredito que minha mãe seja uma Rosa também. Ela sempre foi uma mulher que nunca deixou a peteca cair, mesmo nas adversidades. Sempre lutou para conquistar seus objetivos e nunca foi passiva diante da vida. Aliás, muito da minha personalidade determinada veio dela. Então sim, eu emprestei isso para a Rosa, essa determinação de ir atrás do que sonha e acredita", relata.
O ponto de partida para a composição da personagem veio de um conselho do diretor, Carlos Zambelli, que virou um mantra para a atriz: "A rosa tem vocação para ser feliz". E é exatamente essa resiliência que Arianne espera transmitir ao público. "Ela pode estar enfrentando o problema que for, mas não vai deixar aquilo atrapalhar os sonhos e objetivos dela. É aquela famosa frase: 'Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com o que fizeram com você'", pontua a atriz.
A revolução dos cachos e a reconexão com a própria história
A evolução interna de Arianne caminhou lado a lado com uma transformação estética poderosa. Após iniciar a carreira com os cabelos lisos, herança de uma adolescência no final dos anos 2000 marcada pela febre das escovas progressivas, a atriz enfrentou o desafio da transição capilar. O ponto de virada definitivo aconteceu quando raspou a cabeça para o filme "Tudo Bem no Natal que Vem" (2019).
"Eu vivi e senti coisas muito fortes e bonitas. Ver meu cabelo crescendo me reconectou com quem eu sempre fui, com os cabelos que eu tinha quando criança, com uma força que eu nem sabia que tinha", relembra Arianne.
"Foi alimentando meu amor-próprio e me aceitando exatamente como eu sou, que fui desconstruindo muitas referências antigas, e aos poucos, fui 'fazendo as pazes' com meu cabelo, aceitando a textura natural dele e vendo novas referências de cabelos que eram como os meus. Isso fortaleceu muito minha auto estima", destaca.
Há cerca de três anos, a aceitação se tornou plena. "Aprendi a finalizar ele do jeito certo, descobri diversas formas de usar. Hoje me sinto potente, confiante e autêntica. Eu amo o meu cabelo com a minha textura natural", declara.
Segredos de camarim: os cuidados com o visual
Para manter os cachos cheios de vida, que hoje são sua marca registrada, Arianne adotou rituais práticos no dia a dia. A rotina de cuidados começa ainda no chuveiro.
"Eu sempre penteio os cabelos no banho depois de passar o condicionador, isso facilita na hora de fazer a fitagem. Depois do banho eu passo um leave-in (que tem protetor térmico) que meu cabelo se dá superbem", entrega.
O grande segredo da definição está na técnica. "Depois uso a escova de fitagem, que foi um achado pra mim, então eu pego mexa por mexa (grossas mesmo) e passo a escova. Depois eu amasso com as mãos mesmo", explica.
Para finalizar, a tecnologia é sua grande aliada: "Quando eu estou com tempo, eu seco ele com difusor. Às vezes deixo secar naturalmente também, mas confesso que secar com o difusor faz toda a diferença!".




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