Primeiro encontro entre postulantes, promovido pela Rádio Cidade, ocorre na manhã desta sexta-feira (11) - Arthur Botelho/Folha de Pernambuco No primeiro bloco do debate entre os candidatos ao governo de Pernambuco, promovido pela Rádio Cidade, de Caruaru, na manhã desta sexta-feira (11), Ivan Moraes (Psol), João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) responderam questões envolvendo as prioridades para o estado e o que pretendem fazer para convencer os eleitores indecisos.
O ex-vereador Ivan Moraes – primeiro a responder às perguntas elaboradas pela produção do debate –, buscou traçar diferenças entre ele e os adversários. O candidato prometeu que, se eleito, vai promover concursos públicos em vez de seleções simplificadas e pôr em prática a tarifa zero no transporte público.
“O principal problema do estado, hoje, é o revezamento da mesma política há tanto tempo. [...] Acredito que o nosso problema é a necessidade que a gente tem de ter uma política diferente, de um governador que sente os problemas que você sente todo dia. [...] Pernambuco tem muitos problemas, mas a gente a oportunidade de acabar com esse revezamento e ter um governo popular”, disse Moraes.
O ex-prefeito do Recife e candidato pelo PSB, João Campos, exaltou a gestão dele na capital pernambucana e prometeu levar programas como o Embarque Digital para todo o estado caso eleito. Também disse que o estado tem como principal desafio o enfrentamento à desigualdade social.
“É preciso um governo que funcione, que não trabalhe apenas em ano de eleição, mas durante os quatro anos, tendo capacidade de entrega e de resultado. Foi assim que eu fiz na Prefeitura do Recife, senão o Recife não teria triplicado o número de vagas de creche, ter sido a cidade do Brasil que mais aumentou o seu investimento público”, declarou o candidato do PSB.
A última a responder as perguntas no primeiro bloco foi a governadora Raquel Lyra. Ela exaltou os números da administração dela à frente do Palácio do Campo das Princesas, como a segurança pública e a requalificação de estradas. Criticou, ainda, os governos anteriores ao dela.
“Pernambuco experimentou por muitos anos o estado andando para trás. Pegamos uma casa desmantelada, mas a gente não foi parar para reclamar. A gente arregaçou as mangas e foi trabalhar, garantir de volta a Pernambuco a sua capacidade de investimento, de construir pontes. Resgatamos a credibilidade do estado com o governo federal e com os municípios”, afirmou.




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