O deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado na UTI do Hospital Nova Star, em São Paulo, no último domingo (18), após apresentar um quadro de ar...
Por Redação O Sul | 19 de outubro de 2026
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Distúrbio é caracterizado por falhas nos impulsos elétricos do coração, que faz o coração bater em ritmo descompassado
Ouça essa notícia clicando aqui O deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado na UTI do Hospital Nova Star, em São Paulo, no último domingo (18), após apresentar um quadro de arritmia cardíaca.
A condição é caracterizada por uma “falha” no sistema de impulsos elétricos, que faz o coração bater em ritmo descompassado. A arritimia, quando não tratada, pode levar ao desenvolvimento de doenças do coração, parada cardíaca e morte súbita em alguns casos.
As causas são variadas e incluem fatores cardíacos (doença coronariana, insuficiência cardíaca, problemas nas válvulas do coração), não cardíacos (diabetes, apneia do sono, infecções) e comportamentais (estresse e ansiedade não tratada, sedentarismo, consumo de bebidas energéticas, álcool, café em excesso e cigarro).
De acordo com o Hcor (Hospital do Coração), a arritmia pode gerar sintomas como palpitações, escurecimento da vista, tontura, desmaios, mal-estar, dor no peito, falta de ar, sudorese e palidez.
Quais são os tipos de arritmia?
As arritmias podem ser divididas em diferentes tipos, de acordo com o local de origem no coração:
Arritmias supraventriculares: começam nos átrios (câmaras superiores do coração), acima dos ventrículos. A fibrilação atrial, um dos tipos mais comuns de arritmia, é supraventricular;
Arritmias ventriculares: começam nos ventrículos, as câmaras inferiores do coração; Bradiarritmias: ocorrem devido a problemas no sistema de condução do coração.
Em todos os casos, há alteração no ritmo dos batimentos, que podem ficar muito rápidos (taquicardia), muito lentos (bradicardia) ou irregulares.
O diagnóstico pode ser feito por meio de exames como o eletrocardiograma, que detecta alterações no ritmo habitual dos batimentos cardíacos e analisa se as palpitações estão rápidas ou lentas, regulares ou irregulares, breves ou prolongadas.
O tratamento varia de acordo com as características da doença e pode incluir desde o uso de medicamentos até procedimentos cirúrgicos. Entre as opções estão os medicamentos antiarrítmicos, o marcapasso artificial e a aplicação de choque elétrico. Também são recomendadas mudanças de hábitos, como evitar o consumo de álcool, de cafeína e o tabagismo.
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19 de outubro de 2026 14:29
Responder para Rolando
19 de outubro de 2026 13:05
Que se recupere logo pra ver a vitória do F22!!!
0 Comentário(s)
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