Ligiane Marinho de Ávila, condenada por desviar verbas de pesquisa da Unicamp Reprodução/EPTV O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) julga, em julho, um recurso do Ministério Público (MP) que pode aumentar a pena da ex-servidora Ligiane Marinho de Ávila. Ela foi condenada por desviar recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) na Unicamp. A condenação de Ligiane não foi questionada pelo Ministério Público. O que entrou em debate

Ligiane Marinho de Ávila, condenada por desviar verbas de pesquisa da Unicamp — Foto: Reprodução/EPTV

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) julga, em julho, um recurso do Ministério Público (MP) que pode aumentar a pena da ex-servidora Ligiane Marinho de Ávila. Ela foi condenada por desviar recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) na Unicamp.

A condenação de Ligiane não foi questionada pelo Ministério Público. O que entrou em debate foi a forma de calcular a pena aplicada a ela.

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No processo, a defesa de Ligiane questionou as alegações do MP e sustentou que a tese da Promotoria poderia elevar a punição para um patamar próximo de 90 anos de prisão.

O g1 entrou em contato com o advogado da ex-servidora, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

O que decidiu a Justiça em primeira instância?O que o Ministério Público pede?Por que essa discussão pode mudar tanto a pena?A pena pode chegar a 90 anos?Quando o recurso será julgado?