Decidida nesta semana a chapa de Fernando Haddad para concorrer ao governo de SP, abriu-se uma nova e acirrada disputa entre os partidos que o apoiam. Leia mais (06/26/2026 - 17h19)

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Mônica Bergamo Decidida nesta semana a chapa de Fernando Haddad para concorrer ao governo de SP, abriu-se uma nova e acirrada disputa entre os partidos que o apoiam.

Na quinta (25), Haddad anunciou que as ex-ministras Marina Silva (Rede-SP) e Simone Tebet (PSB-SP) seriam as duas candidatas ao Senado na chapa enquanto o ex-governador Márcio França (PSB-SP) será o vice.

Já antevendo que ambas, se eleitas, são fortes candidatas a ocupar ministérios caso Lula seja reeleito, as legendas querem indicar os suplentes delas.

No PT, o nome que disputa com mais força é o de Laio Morais, ex-chefe de gabinete de Haddad quando ele foi ministro da Fazenda.

Além dele, os nomes que se colocam na disputa são Ana Nice (PT-SP), vereadora por São Bernardo do Campo, Kiusam Oliveira, suplente de vereador em Santo André, e Ramatiz Jacino, professor da Universidade Federal do ABC.

O PSB de França e Tebet também tem um nome: Rubens Furlan, ex-prefeito de Barueri. O PDT pode apresentar o ex-prefeito de Araraquara Marcelo Barbieri ou Antonio Neto, ligado ao ex-ministro da Previdência Carlos Lupi. O PV tem o nome de Eduardo Jorge e o PC do B, o do ex-vereador e ex-deputado estadual Alcides Amazonas.

"Passada a primeira etapa da composição, já entramos na segunda. Vamos trabalhar para que todos sejam ouvidos e os pleitos, respeitados. Vamos seguramente chegar a um consenso, como aconteceu com os candidatos titulares", diz o presidente do PT de São Paulo, Kiko Celeguim.

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