Retomada dos blocos fortaleceu empresas, abriu mercado para profissionais e ajudou a consolidar cadeia que movimentou R$ 4 bilhões em um ano
Belo Horizonte — Há pouco mais de uma década, Belo Horizonte costumava esvaziar durante o Carnaval. Hoje, a festa reúne milhões de foliões, movimenta bilhões de reais em todas as edições e impulsiona uma cadeia que vai de costureiras e produtores culturais a empresas de audiovisual, festivais e turismo. O que começou com a retomada dos blocos de rua ajudou a transformar a cultura em um dos motores da economia da cidade.
Em 2024, o setor cultural movimentou cerca de R$ 4 bilhões e gerou R$ 31,2 milhões em Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) para os cofres da Prefeitura de BH. Em comparação com 2019, a quantidade de serviços culturais cresceu 38,3%, a arrecadação aumentou 74,6% e o valor movimentado pelo setor subiu 35,1%.



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