Selecionamos opções de SUVs robustos, equipados e até com tração 4x4 que cabem no seu bolso

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Os SUVs são os queridinhos do consumidor brasileiro. De acordo com dados da Fenabrave, dos 1.299.079 automóveis emplacados no Brasil até julho de 2026, 59% são deste segmento.

Porém, adquirir um zero-quilômetro não é para todos. O modelo SUV barato do Brasil atualmente é o Citroën Basalt, que, em sua versão de entrada, parte dos R$ 95.000. Como não é de hoje que o brasileiro é apaixonado pelos utilitários esportivos, o mercado de usados aparece como a melhor alternativa para quem procura um modelo desse tipo.

Nessa lista, separamos boas opções no mercado de usados por até R$ 50.000, ou seja, praticamente metade do preço de um zero-quilômetro. São modelos com cerca de dez anos de uso, com uma boa lista de equipamentos e que podem trazer até tração 4×4 para quem busca um pouco mais de aventura.

Depois do Logan e do Sandero, a Renault precisava de um SUV para compor a sua linha. Foi daí que surgiu o Duster, que herdava a plataforma B0 e a robustez dos irmãos.

Por R$ 50.000, você encontra diversas opções da primeira fase do SUV, que oferece as opções dos motores 1.6 de até 115 cv ou 2.0 de até 142 cv. Ambos têm versões com câmbio manual de cinco marchas, mas só o 2.0 traz a opção da transmissão automática de quatrovelocidades.

No topo da gama, já próximo do limite de preço, você encontra a versão Dynamique 4×4, com motor 2.0 e câmbio manual. Apesar de perder um pouco do porta-malas — reduzido de 475 para 400 litros —, ele traz o mais completo pacote de equipamentos, com ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS, farol de neblina, roda de liga aro 16, banco traseiro bipartido, espelhos elétricos, volante de couro e rádio MP3 com Bluetooth.

Uma dica importante: dentro dessa faixa de preço, a maioria dos modelos encontrados foi fabricada até o ano de 2015, ano em que o Duster ganhou seu facelift. Modelos mais recentes já são mais difíceis de encontrar por menos de R$ 50.000.

A partir de 2017, você poderá encontrar também versões com o motor 1.6 SCe de origem Nissan, que rende até 120 cv e pode ser acompanhado de câmbio CVT.

O Hyundai Tucson foi o sonho de muitas pessoas nos anos 2000, chegando a ser sinônimo de ostentação. Grande, bonito e luxuoso, o SUV sul-coreano utilizou esses atributos para desbancar os rivais Renault Duster e Ford EcoSport.

A primeira geração chegou ao Brasil importada em 2004, passando a ser nacional em 2010. Ele continuou à venda até 2018, curiosamente compartilhando espaço na linha da Hyundai com a segunda geração (vendida como iX35) e a terceira (New Tucson).

No mercado de usados, procure pelos modelos lançados depois de 2014, quando passou a ser equipado com freios ABS. Para eles, a motorização será a 2.0 flex de até 146 cv. Nas versões mais baratas, o câmbio era manual de cinco marchas, enquanto as mais equipadas traziam automático de quatro.

Por se tratar de um modelo premium, o Hyundai Tucson tinha tudo de melhor que os carros de sua época poderiam oferecer. Nas versões mais caras, você terá airbag duplo, ar-condicionado digital, bancos de couro sintético, monitor de pressão dos pneus e central com Bluetooth, DVD, GPS e CD Player.

A terceira geração do Honda CR-V chegou ao Brasil em 2007 e conquistou boa fama pela robustez de seu projeto. Trata-se de um carro que não tem problemas crônicos, logo, as idas ao mecânico serão mais raras. Mas, quando precisar ir, saiba que as peças podem ser caras.

Para ela, você sempre encontrará o motor 2.0 a gasolina de 150 cv e 19,4 kgfm e o câmbio automático de cinco marchas.

A partir de 2008, o SUV parou de ser importado do Japão e passou a vir do México. As vendas aumentaram e, no mercado de usados, você encontrará mais unidades a partir desse ano.

Para quem não quer gastar tanto, a mais indicada é a versão LX com tração 4×2, que já vinha de fábrica com ar-condicionado e airbags frontais. Acima dela, há a versão EX-L, com tração 4×4, airbags laterais e de cortina, ar digital de duas zonas, banco traseiro corrediço e reclinável, teto solar e bancos de couro.

O Fiat Freemont é a versão italiana do Dodge Journey e um dos primeiros projetos da união entre a Fiat e a Chrysler. Chegou ao Brasil em 2011, como linha 2012, sendo uma opção mais barata ao irmão. Até por isso, substituiu o motor V6 por um 2.4 16V a gasolina de 172 cv.

Até a linha 2014, o SUV era equipado exclusivamente com o câmbio automático de quatro marchas. Depois, foi substituído por uma caixa automática de seis velocidades, a mais recomendada, pois consegue extrair mais do motor.

O Freemont é um modelo para quem tem uma família grande ou gosta de ter espaço de sobra. As versões Prestige oferecem sete lugares, sendo que a segunda fileira pode acomodar muito bem três adultos.