Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar fechou em queda de 0,20% nesta sexta-feira (26), cotado a R$ 5,1669. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou em alta de 0,76%, aos 173.295 pontos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ Os novos dados do mercado de trabalho de maio foram o destaque da sessão desta sexta-feira. Após a prévia da inflação brasileira indicar alta de preços em junho, os novos dados da Pnad mostraram u

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar fechou em queda de 0,20% nesta sexta-feira (26), cotado a R$ 5,1669. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou em alta de 0,76%, aos 173.295 pontos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ Os novos dados do mercado de trabalho de maio foram o destaque da sessão desta sexta-feira. Após a prévia da inflação brasileira indicar alta de preços em junho, os novos dados da Pnad mostraram uma leve queda da taxa de desemprego na comparação trimestral, de 5,8% para 5,6%. Em relação ao mesmo período do ano passado (6,2%), houve uma queda de 0,6 ponto percentual (p.p.). ▶️ No mercado acionário, o setor de tecnologia seguiu no centro das atenções. Bolsas globais têm sido penalizadas pela queda generalizada dos papéis do setor, em meio a dúvidas sobre a capacidade de retorno dessas empresas e diante dos altos gastos com inteligência artificial. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar

a Acumulado da semana: +0,03%; Acumulado do mês: +2,47%; Acumulado do ano: -5,86%. 📈Ibovespa

Acumulado da semana: +2,95%; Acumulado do mês: --0,28%; Acumulado do ano: +7,55%. Desemprego e inflação A taxa de desocupação ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio de 2026, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta sexta-feira (26) pelo IBGE. O índice teve uma leve queda frente ao trimestre encerrado em fevereiro deste ano, quando estava em 5,8%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, houve queda de 0,6 ponto percentual, quando estava em 6,2%. No trimestre encerrado em maio, o Brasil tinha 6,1 milhões de pessoas desempregadas. O número representa uma leve queda em relação ao trimestre anterior, encerrado em fevereiro (6,2 milhões). Na véspera, o IBGE informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial do país, subiu 0,41% em junho. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses alcançou 4,80%. Os dois indicadores ajudam o Banco Central a definir os próximos passos na condução da taxa básica de juros (Selic). E nos Estados Unidos? Os dados da inflação americana também segue no radar dos investidores, que continuam em busca de novos sinais sobre qual deve ser a postura do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), na próxima reunião de política monetária. Por lá, o índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês), medida de inflação acompanhada de perto pelo Fed, avançou 4,1% em maio, em linha com as expectativas do mercado. Foi a primeira vez em três anos que o indicador superou a marca de 4%. Mercados globais Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street encerraram em queda. Investidores seguem atentos às ações de fabricantes de chips, conforme avaliam retornos e gastos em inteligência artificial. O Dow Jones recuou 0,11%, enquanto o S&P 500 teve queda de 0,26% e o Nasdaq Composite registrou perdas de 0,24%. Na Europa, a maioria dos índices fechou em queda. Entre os principais índices, o DAX, da Alemanha, caiu 1,29%, enquanto o CAC-40, da França, perdeu 0,55% e o FTSE 100, do Reino Unido, teve queda de 0,21%. Na Ásia, as bolsas da região tiveram uma queda generalizada nesta sexta-feira, puxada pela onda de vendas no setor de tecnologia. O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen caiu, 3,03%. Já o índice de Xangai, o SSEC, fechou em queda de 2,26%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve perdas de 1,76%, enquanto o Nikkei, do Japão, recuou 4,15% e o Kospi, da Coréia do Sul, teve uma desvalorização de 5,81%. *Com informações da agência de notícias Reuters. Cédulas de dólar Pexels