Ministro da Fazenda teceu várias críticas ao núcleo Bolsonaro na última semana e chegou a atribuir inflação ao grupo

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, tem defendido a política econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com críticas ao principal adversário do petista na eleição, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Em entrevistas na última semana, Durigan chegou a chamar de “balela” uma proposta da equipe econômica de Flávio, atribuiu parte da pressão inflacionária às guerras apoiadas pelo bolsonarismo e afirmou que o governo de Jair Bolsonaro foi marcado por uma “anarquia regulatória”, com efeitos sobre a economia e a criminalidade.

Na última quinta-feira (20/8), Durigan completou cinco meses no cargo. Ele assumiu o posto com a saída de Fernando Haddad (PT), que se candidatou ao governo de São Paulo. Antes, o escudeiro lulista era o número dois na pasta, com o cargo de secretário-executivo.

Ministro da Fazenda, Dario Durigan

Ministro da Fazenda Dario Durigan

O ministro da Fazenda, Dario Durigan

O ministro da Fazenda, Dario Durigan

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Na condição de comandante da política econômica do atual mandato petista, Durigan tocou pautas de importância para Lula, como o aperto na atuação das empresas de apostas e o programa Novo Desenrola Brasil, o Desenrola 2.0, encomendado publicamente.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Nas últimas semanas, Durigan tem concedido entrevistas nas quais defende o legado econômico do atual mandato lulista e sinaliza, ainda que sem maior profundidade, os rumos de um possível quarto mandado lulista a partir do próximo ano. Nesta cruzada, o ex número dois da Fazenda se apresenta como porta-voz de Lula em ofensiva contra Flávio na economia.

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