Grass prometeu ainda que, se eleito, terá metade do seu secretariado composto por mulheres. Candidato participou do 32º Grito dos Excluídos

O candidato ao governo do Distrito Federal (GDF) Leandro Grass (PT) marcou presença n0 32º Grito dos Excluídos, manifestação organizada por grupos religiosos e movimentos sociais na Praça Zumbi dos Palmares, no Conic, nesta segunda-feira (7/9). No ato, Grass defendeu um olhar “prioritário e atento” às pautas sobre o público feminino, especialmente em relação à segurança pública.

Grass prometeu que, se eleito, criará uma política batizada de DF Delas. “O DF Delas é o olhar prioritário do governo para as mulheres; o recorte de gênero voltado à população feminina em todas as políticas públicas, mas, prioritariamente na segurança pública”, explicou o candidato.

Leandro Grass também relacionou a educação com as políticas voltadas às mulheres e citou creches como exemplo. “Muitas mulheres não conseguem trabalhar, porque não tem creche pública”, declarou.

O candidato do PT ao Buriti afirmou ainda que terá metade do seu secretariado composto por mulheres caso alcance o governo. A ideia é trazer diferentes perspectivas para a gestão, além de fortalecer a presença feminina.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF “Nós vamos ter, pelo menos, metade do secretariado de mulheres. Isso significa não só presença, mas também o olhar e a legitimidade feminina, trazendo ao governo uma perspectiva diferente. A gente fez esse compromisso e vai colocar em prática”, prometeu.

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“Nós vamos colocar em prática o conselho de cidadãos de cada região administrativa. O conselho vai poder recepcionar as demandas de cada cidade, radicalizando na democracia e na participação social.”

Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniram, na manhã desta segunda-feira (7/9), para o 32º Grito dos Excluídos, na Praça Zumbi dos Palmares. Com o tema “Vida em primeiro lugar!”, a manifestação ocorreu das 9h às 14h e reuniu aproximadamente 400 pessoas.

O evento ocorre entre os dias 1º e 12 de setembro em todo o Brasil, com concentração das atividades durante a Semana da Pátria, entre 1º e 7 de setembro, especialmente no Dia da Independência.

Entre as pautas defendidas pelo movimento estão o fim da escala 6×1, moradia digna, reforma agrária, educação pública de qualidade, defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), enfrentamento do feminicídio e das demais formas de violência contra as mulheres, além do combate ao racismo e à LGBTfobia.