Durante testemunho no USTR, jornalista vai sugerir uso da Lei Magnitsky para punir individualmente autoridades, como Alexandre de Moraes

O jornalista Paulo Figueiredo defenderá, na audiência pública marcada para 6 de julho no âmbito da investigação comercial aberta pelo governo de Donald Trump contra o Brasil (Seção 301 do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, o USTR), que os Estados Unidos abandonem a proposta de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e retomem a estratégia de impor sanções individuais contra autoridades do país.

No depoimento preparado para a audiência, obtido pelo Metrópoles, Figueiredo afirma que a medida “atinge o alvo errado”, por penalizar exportadores brasileiros, empresas e consumidores americanos e a população brasileira, sem afetar diretamente as autoridades que, segundo ele, motivaram a abertura da investigação.

Ele também argumenta que a imposição da tarifa poderia fortalecer politicamente o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).