Senador também criticou falta de segurança e endividamento das famílias para atrair eleitorado

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Flávio Bolsonaro (PL) estreou propaganda eleitoral na TV e rádio focando na família, mulheres e problemas como crime e endividamento. Ele evitou atacar Lula, que por sua vez fez acusações. Flávio se apresentou como “filho do Brasil” e prometeu vencer a violência e o sufoco financeiro. O horário eleitoral intensifica os debates.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

As primeiras gravações de rádio e TV com propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, apresentaram o candidato, mostrar familiares e fazer referência às mulheres. A campanha do senador carioca evitou atacar o principal adversário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, ao contrário, fez diversas acusações contra o opositor. Em um primeiro momento, Flávio cita a mulher, Fernanda, e as filhas Luiza e Carol. “Todo mundo conhece o meu pai, não é? Mas minhas filhas, minha esposa, minha mãe também me fizeram ser assim, do jeito que eu sou. Então, gente, lá em casa quem manda são elas. Ainda bem que é assim”, disse ele em uma das peças que já foram ao ar nesta sexta-feira, 28.

A propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na TV começou nesta sexta-feira, mas os dois blocos diários foram reservados aos candidatos a governador, senador e deputado estadual.

A campanha dos presidenciáveis começa neste sábado, 29, mas eles já têm direito desde hoje a veicular as suas inserções ao longo do dia. Apenas quatro presidenciáveis têm direito ao espaço: Lula, Flávio, Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Os demais pertencem a partidos que não cumpriram as exigências mínimas da legislação.

Reportagem de capa de VEJA desta semana mostra como o início do horário eleitoral gratuito deve acirrar a pancadaria entre os principais candidatos, especialmente em relação a suspeitas como as que pairam sobre o filme Dark Horse, no caso de Flávio, e sobre as movimentações de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no caso do presidente.