Máquinas humanoides capazes de colher uvas são apresentadas em feira na França
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Empresas europeias exibiram robôs na Vivatech, buscando rivalizar com a China. Modelos como o Mirokai, usado em hospitais, e humanoides industriais são a aposta para impulsionar a tecnologia e suprir a escassez de mão de obra devido ao envelhecimento populacional. Entenda essa corrida tecnológica.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Empresas europeias de tecnologia apresentaram modelos próprios de robôs durante a feira Vivatech, que ocorreu em Paris entre os dias 17 e 20 de junho. Através de máquinas humanoides capazes de colher uvas e receber de visitantes, as organizações de países como França e Alemanha querem competir com as gigantes chinesas do mercado e se consolidar nessa corrida tecnológica.
Um dos destaques do evento foi o Mirokai, um robô “social” com longas orelhas laranja e grandes olhos azuis produzido pela empresa francesa Enchanted Tools. O humanoide se comunica em mais de 50 idiomas e já está sendo usado para receber pessoas em hospitais e aeroportos. A startup sediada em Paris espera que seus modelos sejam produzidos em grande escala e que cheguem ao mercado até o fim deste ano.
Tecnologias que misturam a robótica com a inteligência artificial ainda são pouco desenvolvidas na Europa. O Mirokai, por exemplo, utiliza processadores da empresa norte-americana Nvidia. Mas organizações como a alemã Neura querem mudar essa realidade: a desenvolvedora produz robôs humanoides industriais e domésticos, assim como uma plataforma para treiná-los.
Apesar do avanço europeu na área, quando se trata de capacidade de produção em robótica, a China não tem rival. Empresas do país asiático como Unitree e Agibot são hegemônicas no mercado e nenhuma outra nação consegue chegar perto de seus números.
A Europa, porém, está evoluindo no mercado de robôs. Parte do avanço e investimento nesse tipo de tecnologia se dá ao fato dos países europeus, assim como a China, enfrentarem o envelhecimento da população. À medida que as pessoas deixam de estar aptas para trabalhar e não há mão de obra que substitua, a produção diminui. Nesse sentido, os robôs tornam-se essenciais para que a indústria e os serviços não sofram quedas significativas e que o país continue crescendo.


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