Em editorial publicado neste sábado (27), o Estadão comparou a crise familiar dos Bolsonaro a um “dramalhão shakespeariano”, afirmando que o bolsonarismo nunca foi um projeto de país, mas uma “máquina de mobilização emocional” baseada em ressentimentos, antip…

Essa novela só interessa aos brasileiros na medida em que abre uma fresta para testemunhar o projeto político de uma família que fez da via eleitoral um atalho para a dolce vita.

EDITORIAL | Há algo de podre no reino dos Bolsonaros – “Essa novela só interessa aos brasileiros na medida em que abre uma fresta para testemunhar o projeto político de uma família que fez da via eleitoral um atalho para a ‘dolce vita’”. Leia o texto completo em… pic.twitter.com/kw4n0NhkQ7

— Estadão 🗞️ (@Estadao) June 27, 2026

Desde que Jair Bolsonaro deixou o Exército, migrou com sucesso para a política e construiu com os filhos algo que muito apropriadamente pode ser chamado de uma empresa familiar voltada à conquista e à manutenção do poder no seio da própria família. Mas não para implementar um projeto de desenvolvimento do Brasil, e sim para que todos, sobretudo o patriarca, pudessem viver à custa do Estado.

O bolsonarismo só sobrevive porque o antipetismo é uma força real e legítima na sociedade brasileira, e Bolsonaro soube como nenhum outro político se apresentar como o candidato anti-Lula.