Alguns nomes ficam gravados para sempre na história do cinema

Este ator viveu até os 103 anos, participou de mais de 90 filmes e foi indicado a três Oscars: seu filho também é uma das maiores lendas de Hollywood de todos os tempos

Este ator viveu até os 103 anos, participou de mais de 90 filmes e foi indicado a três Oscars: seu filho também é uma das maiores lendas de Hollywood de todos os tempos

Alguns nomes ficam gravados para sempre na história do cinema

Por Allana Aristides 

Atualizado: 17 de Setembro de 2026 às 16:32

Alguns nomes ficam gravados para sempre na história do cinema. É o caso de Kirk Douglas, nascido em 1916, que conquistou os sets de filmagem com uma rapidez incrível e continuou atuando até uma idade muito avançada. Mas o ator, que faleceu em 2020, não é o único da família a ter deixado sua marca na indústria, já que seu filho, Michael Douglas, também se consolidou como uma lenda absoluta de Hollywood.

Quando o jovem Kirk Douglas nasceu, em 9 de dezembro de 1916, o cinema falado ainda nem havia chegado às salas. Nada indicava, naquela época, que ele se tornaria um dos maiores astros do cinema americano. Assim como muitos de seus colegas, foi nos palcos que ele deu seus primeiros passos, principalmente graças a uma bolsa de estudos na American Academy of Dramatic Arts, que lhe abriu as portas da Broadway.

Um papel principal inesperado no cinema

Brilhar nos palcos, no entanto, não garante o sucesso no mundo muito fechado da tela grande. O futuro intérprete de Spartacus (1960) deve seu trampolim para Hollywood a uma ex-colega de turma: Lauren Bacall. Já bem estabelecida e transformada em ícone ao lado de Humphrey Bogart em clássicos como O Porto da Angústia (1944) ou À Beira do Abismo (1946), a atriz lhe dará um precioso empurrãozinho para sua carreira.

Foi ela quem sugeriu o nome de Kirk Douglas ao produtor Hal B. Wallis, responsável, entre outras obras, pela obra-prima atemporal Casablanca (1942). Graças a esse apoio, o jovem ator conseguiu seu primeiro papel no cinema em L'Emprise du crime (1946) e chamou imediatamente a atenção da crítica.