O evento, que acontece na cidade de Ekaterinburgo, reúne milhares de jovens de diversas partes do mundo, tendo o Brasil como uma das principais delegações da América Latina. Ao longo deste sábado (12), a reportagem da Sputnik Brasil conversou com alguns desse…
"Para a minha formação, talvez traga a melhor coisa, que é a relação, a oportunidade de fazer networking com pessoas que trabalham na área internacional, além de conhecer melhor a realidade da Rússia e aprender com a realidade de outro país em coisas que no Brasil não funcionam tão bem", comenta.
"Não tenho nenhum sangue russo e me mudei para Campina aos 22 anos. Sou ortodoxo e ajudo na igreja. Além disso, faço parte do grupo Troika, do qual sou dançarino, ajudando na divulgação da cultura russa. Esse festival mostra uma outra Rússia, e estar aqui hoje ajuda a romper barreiras e combater preconceitos", destaca.
"Tem muita coisa nova com a qual a gente não tem contato, e quero entender como [a Rússia] usa tecnologia sem depender de multinacionais estrangeiras. Hoje, no Brasil, a gente ainda não tem um mercado tecnológico soberano, inclusive nossa Internet depende de tecnologia estrangeira. Então, trazer um pouco da soberania ao Brasil, adotando o modelo russo, tem muito a agregar ao nosso mercado interno", observa.
"Eu já estive em outros países, como China e Índia. E eu tinha interesse de conhecer a Rússia porque é um país que influencia de diversas maneiras. Acho que a gente, na América Latina, é bastante influenciado pelo Ocidente, e agora a gente vê uma mudança de cenário com países do Sul Global se organizando e, de pouco a pouco, estamos conseguindo reverter essa influência [restrita ao Ocidente]", conclui.
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