Uma pesquisa realizada com mais de 2 mil crianças e adolescentes de São Paulo e Porto Alegre revelou que um mapeamento genético pode ajudar a identificar quem tem maior propensão a desenvolver depressão, além de indicar como o quadro tende a evoluir da infância até a fase adulta. O levantamento, conduzido por cientistas do Centro de Pesquisa e Inovação em Saúde Mental (CISM), mostrou que jovens com pontuação mais alta nesse escore de risco genético apresentam piora do
Uma pesquisa realizada com mais de 2 mil crianças e adolescentes de São Paulo e Porto Alegre revelou que um mapeamento genético pode ajudar a identificar quem tem maior propensão a desenvolver depressão, além de indicar como o quadro tende a evoluir da infância até a fase adulta.
Este artigo foi indexado de uma fonte externa. Leia na íntegra no veículo original.




0 Comentário(s)
Deixe seu comentário