Votação ocorre em meio à alta do custo de vida provocada pelas políticas comerciais do presidente e também pela guerra no Irã

Milhões de americanos votam nesta terça-feira, 3, para renovar a Câmara dos Representantes e um terço do Senado, dois anos após a reeleição de Donald Trump. A eleição é vista como um referendo sobre seu segundo mandato, em meio à alta do custo de vida devido a suas políticas comerciais e à guerra no Irã. Todos os 435 assentos da Câmara estão em disputa, enquanto 35 cadeiras do Senado também serão decididas. Os democratas são favoritos para conquistar a maioria na Câmara, enquanto o controle do Senado permanece incerto.

ENVIADO ESPECIAL A HOUSTON, COLUMBUS, PITTSBURGH E ATLANTA — Dois anos depois da vitória que reconduziu Donald Trump à Casa Branca, milhões de americanos votam nesta terça-feira, 3, para renovar a Câmara dos Representantes e um terço do Senado.

A votação, vista como um referendo sobre o segundo mandato do republicano, ocorre em meio à alta do custo de vida provocada pelas políticas comerciais do presidente e pela guerra no Irã.

Na Câmara dos Deputados, haverá disputa para os 435 assentos da Casa, já que o mandato dos parlamentares é de apenas dois anos.

No Senado, 35 cadeiras estão em disputa.

Atualmente, o Partido Republicano tem maioria nas duas casas. Os democratas são favoritos para conseguirem maioria na Câmara e a disputa pelo controle do Senado está em aberto.

Ao longo de pouco mais de três semanas, a reportagem do Estadão percorreu quatro dos Estados cruciais para essa disputa — Ohio, Pensilvânia, Texas e Geórgia — e produziu o minidocumentário acima sobre o que está em jogo nessa eleição. Assista.

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