Neozelandês não cumpriu as regras de desaceleração

Liam Lawson foi desclassificado após a classificação que definiu o grid de largada para o GP da Cidade do México de Fórmula 1.

Segundo os comissários da FIA, o piloto da Racing Bulls não reduziu imediatamente a potência após cruzar a linha de controle ao fim de sua volta mais rápida no Q2. Com isso, o sistema não atingiu a taxa de redução de energia exigida pelo regulamento.

A equipe argumentou que a infração não proporcionou vantagem de desempenho ao neozelandês e informou o ocorrido aos comissários. No entanto, a FIA ressaltou que o cumprimento do regulamento técnico é obrigatório independentemente de haver ganho de desempenho.

Diante da infração, os comissários determinaram a desclassificação de Lawson do resultado provisório da classificação. Com a decisão, o piloto perde sua posição no grid definida pelo resultado da sessão.

Texto completo do documento da FIA sobre a decisão:

As evidências apresentadas, aceitas por todas as partes presentes, mostraram que, após a linha de controle ao final de sua volta mais rápida no Q2, o piloto não retirou imediatamente a potência. Isso resultou na taxa de redução da implantação de MGUK necessária para atingir a “redução gradual” regulamentar, que não foi alcançada.

A equipe argumentou que isso não proporcionou nenhuma vantagem de desempenho. No entanto, está claro que o descumprimento do Regulamento Técnico não é justificado pela ausência de vantagem de desempenho. Além disso, esses regulamentos exigem que um carro os cumpra em todos os momentos durante um evento.

Os comissários observam, em particular, que a própria equipe comunicou a infração. No entanto, há vários precedentes que exigem que imponhamos uma penalidade de desclassificação, apesar de todas as circunstâncias atenuantes, quando um carro não cumpre o Regulamento Técnico.

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