O professor e técnico de tênis Júlio César da Rocha, conhecido como Cesinha, entrou em coma após descobrir uma doença autoimune rara durante uma viagem a Paris, na França. Morador de Brasília, ele viajou com a esposa, Leilza Aquino, para comemorar os 20 anos de casamento e realizar o sonho de acompanhar o torneio de Roland Garros. No segundo dia da viagem, porém, passou mal, foi internado e acabou diagnosticado com dermatomiosite associada à pneumocistose, doença que compro
O professor e técnico de tênis Júlio César da Rocha, conhecido como Cesinha, entrou em coma após descobrir uma doença autoimune rara durante uma viagem a Paris, na França. Morador de Brasília, ele viajou com a esposa, Leilza Aquino, para comemorar os 20 anos de casamento e realizar o sonho de acompanhar o torneio de Roland Garros. No segundo dia da viagem, porém, passou mal, foi internado e acabou diagnosticado com dermatomiosite associada à pneumocistose, doença que comprometeu gravemente seus pulmões. Desde então, permanece internado em estado grave e precisa ser transferido para o Brasil para dar continuidade ao tratamento e realizar um transplante pulmonar, segundo seus familiares.
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Agora, a família faz uma campanha para arrecadar recursos e viabilizar a repatriação. Segundo os parentes, o transporte precisa ser feito em uma UTI aérea equipada com suporte especializado e ECMO (oxigenação por membrana extracorpórea), equipamento que mantém as funções respiratórias enquanto o paciente aguarda tratamento. O custo da operação é de US$ 265 mil (cerca de R$ 1,4 milhão). O seguro de viagem cobre US$ 100 mil, mas ainda faltam cerca de R$ 900 mil para que a transferência possa ser realizada.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, a esposa de Júlio César fez um apelo por ajuda.
"Talvez você ainda não conheça a história do Júlio César, mas hoje ele e a família dele precisam muito da nossa ajuda. O valor dessa transferência é muito alto" escreveu ela, junto de um vídeo em que explica a situação que está vivendo.
Leilza explicou que o marido precisa ser levado ao Brasil para continuar o tratamento perto da família e reforçou que qualquer contribuição pode fazer diferença.
Ela também pediu apoio de quem não puder contribuir financeiramente.
"Neste momento, qualquer ajuda faz diferença. Uma contribuição, uma oração, um compartilhamento… tudo pode aproximar o César do tratamento que ele precisa e do acolhimento da família no Brasil. Se você puder ajudar, ajude. Se não puder contribuir financeiramente, compartilhe esse vídeo. Às vezes, a sua divulgação chega exatamente em quem pode fazer a diferença", completou Leilza.
Segundo a família, Júlio César começou a apresentar sintomas como cansaço intenso, diarreia, vômitos e baixa saturação de oxigênio logo após chegar à França. Ele foi internado em 24 de maio e, durante a investigação médica, recebeu o diagnóstico da doença autoimune. Em 14 de junho, entrou em coma e, desde então, permanece na UTI, fazendo hemodiálise e utilizando ECMO. Uma infecção bacteriana agravou ainda mais seu quadro clínico.
Os familiares informam que buscam uma vaga em um hospital brasileiro capaz de realizar o transplante pulmonar pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o g1, o caso é acompanhado pelo Consulado do Brasil em Paris, que presta assistência consular à família, mas o governo brasileiro informou que não tem obrigação legal de custear o transporte do paciente para o país.




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