Luyara Franco repudiou termos como "macaca" em referência à mãe; a universidade abriu investigação sobre o caso
Reprodução/ Instagram @institutomariellefranco - 21.jul.2025
31.out.2026 (sábado) - 9h53 Priorize o Poder no Google
A filha de Marielle Franco, Luyara Franco, relatou nas redes sociais uma ofensa à vereadora carioca, que morreu em 2018. Segundo a postagem, foram feitos comentários racistas contra Marielle em um grupo de WhatsApp com integrantes da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro).
O crime de racismo está previsto na Constituição Federal. Trata-se de crime inafiançável e imprescritível, ou seja, não caduca, com pena de reclusão e multa.
Em nota, a PUC-Rio diz que recebeu denúncias pela Ouvidoria e pelo Canal Externo de Denúncias e que foi aberta investigação interna para apurar o ocorrido e adotar todas as medidas administrativas e legais cabíveis.
“A PUC-Rio rechaça veementemente qualquer ato discriminatório, incluindo racismo e injúria racial”, e acrescenta: “Como universidade confessional e comunitária, a PUC-Rio emitiu uma nota de repúdio, divulgada a toda a comunidade universitária, reafirmando seu compromisso com a promoção de uma educação antirracista e com a preservação da memória de Marielle Franco”, diz a universidade.
Recentemente, Marielle foi alvo de outra ofensa, no último dia 13, em ato perto da PUC-Rio, por apoiadores do então presidenciável Flávio Bolsonaro (PL).
O caso ganhou repercussão. Também na ocasião, nas redes sociais, Luyara Franco, e a irmã de Marielle, a deputada federal eleita Anielle Franco (PT), publicaram vídeos defendendo a vereadora.
O crime se deu em março de 2018. O carro da vereadora foi alvejado quando ela saía de ato no centro do Rio.
Assassinos confessos da vereadora e do motorista Anderson Gomes, os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram condenados em 2024.
Também foram condenados pelo crime:
Este texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil, em 30 de outubro de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.




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