Em live, Flávio Bolsonaro afirmou que o Congresso será sua “trincheira” e defendeu o nome do aliado para comandar a Casa

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, nesta sexta-feira (30/10), que pretende indicar o senador Rogério Marinho (PL-RN) para a Presidência do Senado Federal. Em transmissão ao vivo pelo Instagram, Flávio disse que o Congresso Nacional, especialmente o Senado, será a “trincheira” da oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

➡️ Flávio apoia Marinho à Presidência do Senado: “Será nossa trincheira”

Em live, Flávio Bolsonaro afirmou que o Congresso será sua “trincheira” e defendeu o nome do aliado para comandar a Casa https://t.co/eCANElcYcO

— Metrópoles (@Metropoles) October 31, 2026

“Fiquem firmes, a nossa trincheira nesse momento será o Congresso, em especial o Senado, e a pessoa que eu vou indicar é o Rogério Marinho para a Presidência do Senado. É a única forma de conseguir ter uma resistência para impedir ou retardar o grande caos que o atual presidente da República vai instaurar no nosso país”, declarou.

A manifestação ocorre em meio à crise política envolvendo Flávio, que fugiu do Brasil na terça-feira (27/10) e seguiu para os Estados Unidos com a esposa, Fernanda, e as duas filhas.

Avião fez uma escala em Equador após sair da Argentina

Senador Rogério Marinho

Senador fugiu do Brasil após derrota nas eleições presidenciais

Segundo informações publicadas pelo The New York Times na quinta-feira (29/10), o assessor de comunicação da Casa Branca, Jason Miller, providenciou a aeronave utilizada pela família na viagem. A informação foi confirmada pelo próprio funcionário do governo norte-americano ao Metrópoles.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Antes de chegar aos Estados Unidos, o senador atravessou a fronteira entre Brasil e Argentina pela Ponte Internacional Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu (PR). Já em território argentino, embarcou em um jato particular que fez uma escala em Guayaquil, no Equador, antes de pousar em Miami, na manhã de quarta-feira (28/10).

A viagem ocorreu após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar a apreensão dos passaportes de Flávio e proibi-lo de deixar o país. A decisão, assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que apontou indícios de que o senador poderia deixar o Brasil.