Candidato à presidência do Brasil considera que julgamento de Jair Bolsonaro foi "uma grande farsa" e promete amnistia, caso seja eleito em outubro.
O ex-chefe de Estado Jair Bolsonaro (2019-2022) foi condenado em setembro a 27 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por liderar uma tentativa de golpe contra o atual Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que o derrotou nas eleições de 2022.
Flávio Bolsonaro afirmou ainda que os manifestantes que participaram nos ataques foram condenados por formação de quadrilha, mesmo sem se conhecerem e sem que tivesse sido apreendida qualquer arma entre eles.
Flávio Bolsonaro acrescentou que, com o STF a agir politicamente, considera-se o único entre os atuais candidatos à presidência capaz de restaurar a segurança jurídica no Brasil e de obrigar os juízes do Supremo a defender a Constituição.
Flávio Bolsonaro declarou ainda que, para reparar tudo o que aconteceu, vai promover uma amnistia em benefício de Jair Bolsonaro e dos condenados por tentativa de golpe de Estado.
O senador, apontado pelas sondagens como o principal rival de Lula nas eleições presidenciais e que, em algumas sondagens, surge tecnicamente empatado com o líder progressista numa eventual segunda volta, negou ter feito qualquer ataque contra o sistema eleitoral brasileiro ou as urnas eletrónicas.
Bolsonaro afirmou ainda que nunca questionou as urnas eletrónicas brasileiras e admitiu que estava errado ao afirmar que eram fabricadas por uma empresa venezuelana.
Quando questionado se aceitaria o resultado em caso de derrota, o senador afastou essa possibilidade e afirmou que venceria a eleição sem necessidade de uma segunda volta.



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