O avanço da inteligência artificial continua a surpreender e a levantar sérias preocupações no setor tecnológico. A Anthropic desenvolveu um novo modelo que supera as capacidades do conhecido Mythos 5, mas tomou a decisão...
O avanço da IA continua a surpreender e a levantar sérias preocupações no setor tecnológico. A Anthropic desenvolveu um novo modelo que supera as capacidades do conhecido Mythos 5, mas tomou a decisão de mantê-lo à porta fechada para evitar riscos de segurança desnecessários.
Conhecido provisoriamente como Model 2, este sistema foi revelado num documento interno focado na avaliação de riscos. A empresa admite que esta versão apresenta melhorias notáveis face às soluções anteriores em tarefas cruciais, embora não represente um salto geracional disruptivo face ao patamar já alcançado pelos seus sistemas de topo.
A tecnológica confirmou que não existem planos para disponibilizar o Model 2 ao público no curto prazo. Por não ter passado por toda a bateria habitual de testes de validação pré-lançamento, a equipa prefere limitar o seu alcance a experiências estritamente controladas.
Atualmente, tanto o Mythos 5 como o Model 2 funcionam de forma intensiva nos bastidores da empresa. O seu uso foca-se no desenvolvimento de código, na geração de conjuntos de dados e no suporte a agentes autónomos essenciais para a operação técnica da organização.
Embora o receio em torno do desalinhamento da inteligência artificial continue presente no setor, as avaliações preliminares apontam para uma probabilidade reduzida de comportamentos danosos. O risco de impactos catastróficos com estas tecnologias é considerado baixo nas condições atuais de isolamento.
Ao contrário dos chatbots convencionais focados em conversação, a arquitetura por detrás desta família de modelos destaca-se pela capacidade avançada de analisar sistemas completos e código complexo. A tecnologia consegue compreender a lógica profunda de um sistema operativo e antecipar falhas estruturais com grande precisão.
Este nível de raciocínio permite detetar vulnerabilidades de segurança do tipo zero-day antes de serem conhecidas. Contudo, essa mesma capacidade de encontrar e explorar falhas pode transformar-se numa ferramenta de ataque sem precedentes caso caia nas mãos erradas, justificando a extrema cautela na sua retenção.
Tags: Anthropic Claude IA
Consta que é super poderosa. Consegue acertar os números do Euromilhões com 1 segundo de atraso após o sorteio.
LOL!!! A piada do ano 🙂
Tem também modelos mais fechados como o Kimi 3 que não apresenta tantas restrições como o openAI ou Antropic.
O Kimi 3 foi construído com o processo de destilação usando milhares de contas para extraírem dados da Anthropic, por isso não venhas para aqui contares tretas.
A mesma lenga, lenga até poderia acreditar nessa treta em versões anteriores o que não acredito, mas hoje em dia isso não pode ser verdade por 2 motivos:
Como é que a cópia sai melhor que o original?
Copiou vários de vários labs. Sabes como funciona o treinamento de modelos? Nenhum modelo é à prova de destil, o que a Anthropic fez foi limitar as ações e com isso o âmbito do destil, que não vai a ciber e semelhantes
3.7 flash.. Santa ignorância
Se as escolas estão a criar burros é por culpa dos profs tugas que não sabem adequar programas de estudos. Estão habituados a ensinar código numa altura que precisam ensinar engenharia, precisam de os ensinar a pensar e ter as bases para fazer análises, o código ficou na história, a menos que estejas a programar o firmware de um pacemaker ou algo que mexa com vidas humanas ninguém precisa de saber código, e isso é uma coisa boa. Tive de fazer reskill de uma equipa de 90 pessoas para ajustar aos tempos actuais, todos sabem programar e ja nenhum sequer lê o código gerado por AI, porque pura e simplesmente não interessa, interessa o resultado e melhorar o resultado lutando contra o slop, isso qualquer pessoa com bases de software engineering faz
Não posso estar mais desacordo com o que dizes, por vários motivos. Dizeres que não precisam de saber código é a coisa mais parva que já li aqui, depois responsabilizar os professores tugas mostra que não deves ter a mínima noção do que é ensinar e formar alunos. Depois a resposta mostra que nem conseguiste interpretar o texto, burro. Esse comentário baseou-se em ensino geral e não podia estar mais de acordo com ele
Já ninguém lê o código que a IA gera? mas onde trabalhas tu? Em todas as grandes empresas o código é gerado, analisado e adaptado, em lado algum o código que sai da IA sem ser analisado e verificada a integração e adaptação a soluções internas. Cada vez mais o programador deve ser, além de programador um auditor, essa é a mudança, agora dizer que nem é preciso saber código nem programar mostra que por muito que fales, não percebes nada do que dizes, nem acredito que trabalhes em software House.
Se és como dizes, um elemento da área e tens esse pensamento, muito mal está a industria do desenvolvimento de software, provavelmente essa House onde fizeste o reskill não deve de existir ou então espero que haja seniores com juízo aí para aguentar o barco.




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