InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta sexta-feira (18) The post IGP-M no Brasil, indústria nos EUA, juros no Japão e mais destaques desta sexta-feira appeared first on InfoMoney.
A sessão desta sexta-feira (18) encerra a semana com uma agenda enxuta. O destaque do dia fica com os números da segunda prévia do IGP-M, da FGV, com um termômetro da inflação durante o mês de setembro até aqui.
O ambiente político também permanece no radar, com a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e as movimentações relacionadas às eleições de 2026. O Datafolha aponta uma disputa tecnicamente empatada entre Lula e Flávio Bolsonaro, segundo o levantamento divulgado na véspera.
No exterior, os investidores acompanham a divulgação da produção industrial dos Estados Unidos referente a agosto, em busca de sinais sobre o ritmo da atividade econômica americana.
A semana termina nesta sexta-feira com novos comentários de dirigentes do Fed
Presidente também declarou que o ministro Alexandre de Moraes deve “pagar” caso tenha cometido irregularidades
A agenda internacional também é marcada pela decisão do Banco do Japão (BoJ), que elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 1,25%, o maior nível desde 1995. A decisão encerra a semana de bancos centrais, após as decisões do Federal Reserve e do Banco Central brasileiro, e adiciona um novo elemento ao cenário global de juros.
Nos mercados, o petróleo oferece algum alívio ao recuar pelo segundo pregão consecutivo, mas o Brent permanece acima de US$ 100 por barril. As tensões no Estreito de Ormuz, importante rota para o transporte de petróleo, mantêm o risco de novas pressões sobre os preços da energia e, consequentemente, sobre a inflação global.
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, assegurada principalmente pelo avanço de 2% da blue chip Vale, após reação negativa no pregão ao anúncio de reajuste do Bolsa Família e seus potenciais efeitos nas contas públicas e no cenário eleitoral.
Nova pesquisa eleitoral também ocupou as atenções, reforçando o cenário de disputa acirrada pelo Palácio do Planalto, assim como a decisão de política monetária do Banco Central, que reduziu a Selic a 13,75% na véspera e deixou em aberto os próximos movimentos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com acréscimo de 0,24%, a 185.992,03 pontos
Às 8h30, Geraldo Alckmin, vice presidente da República, participa de encontro na Genial Investimentos. Às 10h30, o presidente Lula participa da apresentação das forças de segurança que atuam no Estado do Rio de Janeiro. Às 11h30, Lula participa de intervenções no contexto das ações integradas de Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro. Às 18h, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa do Fórum CEO Brasil.
No exterior, às 10h30, Michelle Bowman, do Federal Reserve, participa de um evento em Londres. Às 12h45, nos Estados Unidos, Jeff Schmid, do Fed, participa de uma convenção.
08:00 — IGP-M (2ª prévia)Período: Setembro
10:15 — Produção industrialPeríodo: Agosto
O número de navios cargueiros que passam pelo vital Estreito de Ormuz atingiu nesta semana o nível mais baixo desde que as tensões militares na região se intensificaram.
De acordo com dados preliminares de rastreamento de embarcações divulgados na quinta-feira (16) pela Kpler, uma empresa especializada em dados globais de navegação, apenas três navios cargueiros atravessaram a estratégica via navegável na quarta-feira, em comparação com aproximadamente doze no dia anterior.
O vice-ministro da Defesa da Coreia do Norte afirmou nesta quinta-feira que o crescente reforço militar liderado pelos EUA e o que ele chamou de aliança nuclear em expansão entre Washington, Seul e Tóquio justificam os esforços de Pyongyang para fortalecer e expandir suas forças nucleares.
Ao discursar no Fórum de Xiangshan, em Pequim — a principal conferência de segurança internacional da China —, o vice-ministro da Defesa Kim Kang Il disse que o status da Coreia do Norte como potência nuclear é irreversível e prometeu continuar expandindo seu arsenal nuclear.
O governo da Argentina apresentou um projeto de lei para reprimir as empresas que operam nas Ilhas Malvinas, o que pode agravar as tensões com o Reino Unido em relação ao território controlado pelos britânicos, mas reivindicado pela Argentina.
A proposta apresentada nesta quinta-feira endurece as sanções contra empresas e pessoas que participem ilegalmente de atividades nas Ilhas Malvinas e nos espaços marítimos e na plataforma continental da Argentina em “qualquer tipo de atividade voltada para a utilização de recursos naturais renováveis ou não renováveis” sem autorização das autoridades argentinas.




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