Mais de seis décadas depois da inauguração de Brasília, ainda há trechos da capital que guardam uma espécie de silêncio arquitetônico. São espaços imaginados para compor a cidade, mas que nunca ganharam a forma prevista, enquanto outros foram transformados pelo tempo, por novos usos e até por tecnologias que sequer existiam quando Oscar Niemeyer desenhou alguns dos principais cartões-postais do país. Agora, uma instituição autorizada pelo próprio arquiteto a carre

Mais de seis décadas depois da inauguração de Brasília, ainda há trechos da capital que guardam uma espécie de silêncio arquitetônico. São espaços imaginados para compor a cidade, mas que nunca ganharam a forma prevista, enquanto outros foram transformados pelo tempo, por novos usos e até por tecnologias que sequer existiam quando Oscar Niemeyer desenhou alguns dos principais cartões-postais do país. Agora, uma instituição autorizada pelo próprio arquiteto a carregar seu nome quer voltar os olhos justamente para essas lacunas e fazer de Brasília uma das principais frentes de continuidade de seu legado.