Último pagamento do calendário reúne mais de 521 mil restituições e beneficia contribuintes com prioridade no recebimento dos valores
A Receita Federal paga nesta segunda-feira (31) o quarto e último lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) deste ano de 2026. O lote também contempla restituições residuais de exercícios anteriores.
Ao todo, serão pagas 521.935 restituições, que somam R$ 1.238.013.251,34.
Do total de contribuintes contemplados:
Os pagamentos das restituições do IRPF 2026 foram realizados em quatro lotes. Confira as datas:
A consulta está disponível desde a última segunda-feira (24) e pode ser feita pelos canais oficiais da Receita Federal.
Basta acessar a área "Meu Imposto de Renda", no portal da Receita Federal, ou utilizar o aplicativo oficial disponível para celulares.
Ao realizar a consulta, é possível também verificar a situação do CPF e identificar se existe alguma pendência que impeça o pagamento.
Assim, a segurança da Receita impedem o pagamento caso haja erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino.
A restituição é depositada apenas em uma conta bancária de titularidade do contribuinte. Caso haja erro nos dados informados ou algum problema na conta indicada na declaração, o pagamento não será realizado.
Nessa situação, a orientação é solicitar o reagendamento do pagamento junto ao Banco do Brasil. O serviço permanece disponível por até um ano após a primeira tentativa de depósito.
Para fazer a solicitação, será necessário informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração.
O contribuinte poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB ou ligar para a Central de Relacionamento BB pelos telefones:
Depois, é só aguardar uma nova tentativa de crédito.
Caso o contribuinte não resgate a restituição dentro do prazo de um ano, será necessário fazer um requerimento pelo Portal e-CAC.
Ao consultar a restituição, o contribuinte também pode verificar se a declaração caiu na chamada malha fina, situação que impede o pagamento até que as pendências sejam regularizadas.
A consulta deve ser feita pelo e-CAC, utilizando uma conta gov.br nos níveis prata ou ouro.
Depois, basta seguir este caminho:
O sistema informa se a declaração foi processada normalmente ou se existem pendências que levaram à retenção na malha fina.
Na maior parte dos casos, isso acontece por alguma divergência entre as informações declaradas pelo contribuinte e os dados que a Receita Federal possui. O erro pode ter sido cometido pelo próprio contribuinte, pela fonte pagadora ou até mesmo por um prestador de serviços.
Ao acessar o e-CAC, será possível identificar qual é a inconsistência e como regularizar a situação.


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