O Parlamento do Japão aprovou nesta sexta-feira (17) uma reforma das regras de sucessão imperial para enfrentar a escassez de herdeiros homens, mas manteve a proibição de mulheres no "Trono do Crisântemo". A decisão preserva a exclusão da popular princesa Aiko da linha sucessória, apesar de pesquisas mostrarem amplo apoio popular à possibilidade de uma imperatriz. Especialistas e parlamentares criticaram a medida e alertaram para o risco de desgaste da monarquia.

Texto completo em rfi_fr

Este artigo foi indexado de uma fonte externa. Leia na íntegra no veículo original.

Ler na Fonte