Roberto Carlos Pereira é apontado como um dos maiores traficantes de anabolizantes do país. Ele foi preso na última 4ª feira (12/8)
Conhecido no submundo das academias como “Jiraiya”, Roberto Carlos Pereira de Carvalho (foto em destaque) é apontado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) como um dos maiores traficantes de anabolizantes e medicamentos proibidos do país.
Conhecido no submundo das academias como “Jiraiya”, Roberto Carlos Pereira de Carvalho
Apontado pela PCDF como um dos maiores traficantes de anabolizantes e medicamentos proibidos do país.
Segundo as investigações, o esquema movimentava cerca de R$ 500 mil líquidos por mês
Apontado pelos investigadores como o “mafioso das bombas”, Jiraiya evitava permanecer por muito tempo no mesmo endereço
A Justiça expediu 43 mandados de prisão (preventivas e temporárias) e 64 mandados de busca e apreensão
Sem colocar a mão na massa, o criminoso comandava uma estrutura milionária de produção e distribuição clandestina. Segundo as investigações, o esquema movimentava cerca de R$ 500 mil líquidos por mês e mantinha laboratórios espalhados por São Paulo, Paraíba, Distrito Federal, Foz do Iguaçu (PR) e Paraguai.
Apontado pelos investigadores como o “mafioso das bombas”, Jiraiya evitava permanecer por muito tempo no mesmo endereço. Para dificultar o trabalho da polícia, ele alugava mansões de alto padrão em diferentes estados e usava os imóveis para instalar laboratórios clandestinos.
A fabricação dos produtos ficava a cargo de funcionários contratados por ele. A logística também era terceirizada, com distribuição feita por motoboys e serviços de delivery. Dessa forma, Jiraiya mantinha distância da produção e da entrega dos anabolizantes.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles A ostentação fazia parte da rotina. Segundo a PCDF, o investigado frequentava hotéis de luxo no Chile e mantinha um bunker em Ciudad del Este, no Paraguai, usado como parte da estrutura do esquema.
Além da produção e distribuição, as investigações apontam que Jiraiya utilizava o laboratório New Science para patrocinar nutricionistas e atletas, que prescreviam e divulgavam os produtos comercializados pelo grupo.
A Justiça chegou a determinar o bloqueio de até R$ 5 milhões ligados ao investigado. Ele foi preso pela PCDF na última quarta-feira (12/8).
A engrenagem do criminoso ruiu nas primeiras horas desta quarta-feira (12/8), com a deflagração da Operação Narciso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Corf, ação que desarticulou a complexa teia que ligava insumos asiáticos a ampolas letais vendidas no mercado nacional.
Ao todo, a Justiça expediu 43 mandados de prisão (preventivas e temporárias) e 64 mandados de busca e apreensão, além de determinar o bloqueio e sequestro de R$ 32 milhões em ativos financeiros e a quebra de sigilo bancário de 58 alvos.
O esquema contava com conexões em oito estados, além do DF, e uma ponte direta com a fabricação clandestina no Paraguai. As ações ocorrem nos seguintes estados: Santa Catarina, Acre, São Paulo, Goiás, Rio Grande do Norte, Paraíba, Paraná e Minas Gerais.
Carro de um dos investigados
Estojo com pulseiras
Celulares apreendidos
Dinheiro que estava na casa de um dos investigados
Relógios apreendidos


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