Previsões de vitória para os candidatos se alteraram depois da sessão de ontem no Supremo
Priorize VEJA no Google A turbulenta sessão do Supremo Tribunal Federal desta terça-feira foi acompanhada por uma nova oscilação nas apostas sobre a eleição presidencial brasileira no Polymarket. Na manhã desta quarta-feira, os contratos negociados na plataforma atribuíam cerca de 55% de probabilidade implícita de vitória a Flávio Bolsonaro e 45% ao presidente Lula.
Na janela de 24 horas que engloba o julgamento, a cotação de Flávio avançou aproximadamente dois pontos percentuais, enquanto a de Lula recuou em proporção semelhante. A diferença entre os dois, que havia diminuído antes da sessão, voltou a se ampliar.
O Supremo terminou o julgamento sem uma definição. O ministro Flávio Dino pediu vista durante a discussão sobre o tratamento conjunto de petições relacionadas ao caso Banco Master, interrompendo a análise antes que o plenário chegasse ao mérito de uma eventual investigação contra Alexandre de Moraes.
O movimento do Polymarket ocorreu em paralelo à repercussão política da crise no tribunal, que já entrou diretamente na campanha presidencial. Isso não permite estabelecer que a sessão do STF tenha provocado sozinha a mudança nos contratos, que também reagem a pesquisas eleitorais e a outros acontecimentos políticos.
O mercado sobre quem vencerá a eleição brasileira já movimentou mais de 150 milhões de dólares. Os percentuais do Polymarket representam os preços negociados pelos participantes da plataforma e não equivalem a uma pesquisa de intenção de voto.




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