João Valle e Azevedo afirma que o sistema jurídico nacional sofre de um impasse provocado pelo excesso de garantismo. E também confessa que governar por duodécimos não é um drama.

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Esta é a comissão de inquérito das manhãs 360. Hoje, é nosso convidado João Vale e Azevedo, secretário de Estado da Presidência. Bom dia, bem-vindo de novo.

Bom dia. Esqueramente com que dizem bom dia, isto é a coisa mais próxima, julgo eu, de caminhar para o cadafalso que eu pelo menos já conheci.

Pois hoje não vem ao desconhecido, hoje sabe ao que vem, não é?

Da última vez foram 17 pontos, hoje é para os 25. Da última vez era deputado ainda, não era?

É uma pessoa diferente.

Síndrome de Estocolmo em relação ao Chega. Quem é que estará a dizer?

Eu acho que era uma fácil.

Alguém a querer fazer uma maldade.

Quem é que tem feito maldades ao governo?

Sim, quem é que tem feito maldades ao governo?

Deve ser do PSD. Deve ser do PSD, deve ser mais ou menos alinhado.

Não está assim tão quente.

Então foi o José Luís Carneiro.

Peço ajuda. Quer ajuda? Está com dúvidas.

Carlos César, Rui Rocha ou Rui Tavares. Vai dizer que pediu ser todos. Eu achava que era de caras.

Não é nada de caras.

Esta era uma das fáceis.

Era uma das fáceis. Foi Carlos César.

Foi Carlos César. Na juntanda parlamentar. Exatamente. O PSD acabou por se entender com o PS na questão da prestação social única. Isto é um sinal de que é um regresso ao centro ou foi só um casamento por conveniência?