“Sempre à disposição” Benedito Gonçalves, ministro do STJ, em cordial mensagem a Daniel Vorcaro, do Master   Lula lidera gastança em campanha: R$ 65,6 milhões Além da chamativa gastança na gestão do País no terceiro mandato, o presidente Lula (PT) lidera o ranking de gastos na campanha eleitoral deste ano, até agora. Para tentar se reeleger, o petista já torrou mais de R$ 65,6 milhões, segundo dados da Justiça Eleitoral. Flávio Bolsonaro (PL) aparece atrás, com R$ 56,1 milhões. A lista segue com Ronaldo Caiado (PSD), R$ 24,2 milhões, Romeu Zema (Novo), R$ 4,1 milhões; e Renan Santos (Missão), R$ 1,2 milhão fechando o clube dos milionários

Anônimos gastadores Pouco conhecidos, Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) torraram, respectivamente, R$ 998,5 mil e R$ 975,1 mil. Gastam sem dó Veterinário Wilson Grassi (Democratas) já gastou R$ 768,7 mil. Samara (UP), outros R$ 642,9 mil. Mais que Augusto Cury (Avante), R$ 292,6 mil. Lanterna da gastança A lista segue com Edmilson Costa (PCB), com R$ 18,3 mil. Rui Costa Pimenta (PCO), uma merreca, gasto com taxa de vaquinha, R$ 137,30. Nada a declarar Pablo Marçal ou Leonardo Avalanche, que substituiu o colega no PRBT, não têm gastos registrados com campanha no Tribunal Superior Eleitoral. Em outros tribunais, (às vezes) crimes são punidos Fora do Supremo Tribunal Federal, alguns casos contra magistrados chegaram à fase de punições, no Brasil. No segundo tribunal mais importante do País, o Superior Tribunal de Justiça, três ministros já foram punidos desde 1988; Vicente Leal, acusado de venda de habeas corpus, Paulo Medina, aposentado compulsoriamente pela suspeita de venda de decisões, e mais recentemente Marcos Buzzi, afastado após denúncias de assédio sexual. Em instâncias inferiores, punições são mais comuns. Demora No TJ da Bahia, a Operação Faroeste (2019) afastou desembargadores, mas ainda não há condenação transitada em julgado.  Sem fim No Tribunal Regional do Trabalho do Rio, três desembargadores da Op. Mais Valia foram condenados a prisão pelo STJ. Cabe recurso. Em andamento No Maranhão e Mato Grosso do Sul, operações de 2024 renderam afastamentos e processos administrativos, ainda sem conclusão. Circo de tristeza O senador Rogério Marinho (PL-RN) definiu a sessão do STF que deveria julgar se Alexandre de Moraes de Moraes será investigado como “um verdadeiro circo e os palhaços foram a sociedade brasileira”. No tapetão Para tentar barrar candidatura de Deltan Dallgnol (Novo) ao Senado, já deferida pela Justiça Eleitoral do Paraná, o PT recorreu ao TSE, “Gleisi quer ganhar no tapetão”, conclui o ex-procurador da Lava Jato.