O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil não aceitará interferências de potências estrangeiras nem voltará à condição de colônia. A declaração foi feita em pronunciamento transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão na noite de domin…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil não aceitará interferências de potências estrangeiras nem voltará à condição de colônia. A declaração foi feita em pronunciamento transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão na noite de domingo (6), véspera do Dia da Independência.
“Não podemos baixar a cabeça diante de potências estrangeiras que querem transformar o Brasil novamente em colônia. Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém”, afirmou Lula.
Sem citar diretamente Donald Trump, o presidente também rebateu as pressões comerciais dos Estados Unidos e defendeu a autonomia brasileira para negociar com outros países. “Nenhum governante estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar e para quem podemos vender”, declarou.
O pronunciamento ocorre em meio à ofensiva comercial do governo estadunidense contra produtos brasileiros e à disputa entre Estados Unidos e China pelo acesso a minerais estratégicos na América Latina. Lula destacou que o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo e defendeu que esses recursos sejam usados para produzir tecnologia e empregos no próprio país.
O presidente também mencionou a descoberta de uma nova reserva de petróleo e a aprovação do marco legal dos minerais críticos e estratégicos. Segundo ele, as riquezas naturais devem financiar o desenvolvimento brasileiro e melhorar as condições de vida da população, em vez de atender prioritariamente a interesses estrangeiros.
Lula ampliou o conceito de soberania para incluir independência financeira, acesso à educação e à saúde, liberdade de escolha profissional, combate à fome e redução das desigualdades. Afirmou ainda que o Brasil trabalha pela paz, pelo livre comércio, pela transição energética e pelo enfrentamento da emergência climática.
O discurso teve duração de pouco mais de três minutos e adotou a soberania como eixo central das celebrações oficiais do 7 de Setembro. O tema também funciona como uma das principais bandeiras da campanha de Lula à reeleição.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil não aceitará interferências de potências estrangeiras e não voltará à condição de colônia. A declaração foi feita em pronunciamento transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão na noite de domingo (6), véspera do Dia da Independência.
“Não podemos baixar a cabeça diante de potências estrangeiras que querem transformar o Brasil novamente em colônia. Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém”, afirmou Lula.
Sem citar diretamente Donald Trump, o presidente também rebateu as pressões comerciais dos Estados Unidos e defendeu a autonomia brasileira para negociar com outros países. “Nenhum governante estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar e para quem podemos vender”, declarou.
O pronunciamento ocorre em meio à ofensiva comercial do governo estadunidense contra produtos brasileiros e à disputa entre Estados Unidos e China pelo acesso a minerais estratégicos na América Latina. Lula destacou que o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo e defendeu que esses recursos sejam usados para produzir tecnologia e empregos no próprio país.
O presidente também mencionou a descoberta de uma nova reserva de petróleo e a aprovação do marco legal dos minerais críticos e estratégicos. Segundo ele, as riquezas naturais devem financiar o desenvolvimento brasileiro e melhorar as condições de vida da população, em vez de atender prioritariamente a interesses estrangeiros.
Lula ampliou o conceito de soberania para incluir independência financeira, acesso à educação e à saúde, liberdade de escolha profissional, combate à fome e redução das desigualdades. Afirmou ainda que o Brasil trabalha pela paz, pelo livre comércio, pela transição energética e pelo enfrentamento da emergência climática.
O discurso teve duração de pouco mais de três minutos e adotou a soberania como eixo central das celebrações oficiais do 7 de Setembro. O tema também funciona como uma das principais bandeiras da campanha de Lula à reeleição.
Abaixo, a íntegra do pronunciamento:
“Minhas amigas e meus amigos,
Amanhã, 7 de setembro, é dia de comemorar a Independência do Brasil. Para além do grito de Dom Pedro I às margens do rio Ipiranga, a Independência do Brasil foi uma dura conquista de homens e mulheres que deram suas vidas nas batalhas contra a tirania, a escravidão e a injustiça social.
De Tiradentes, herói da Inconfidência Mineira, a Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica, heroínas do 2 de Julho na Bahia.
Defender a Independência do Brasil é defender nossa soberania e nossa democracia.
Mais do que nunca, é preciso lutar pelo que é nosso. Temos a segunda maior reserva de terras raras do mundo e a maior fonte de água doce. No último mês, descobrimos uma nova e rica reserva de petróleo. Nossas riquezas devem servir ao futuro do povo brasileiro.



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