Marília Arraes defende tratamento da menopausa pelo SUS e quebra de patente do Mounjaro - Matheus Ribeiro/Folha de Pernambuco Sem mandato há mais de três anos, a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) aposta na proximidade popular como principal trunfo na disputa ao Senado.
Em sabatina ontem na Rádio Folha 96,7 FM, minimizou o fato de adversários estarem atuando no Congresso Nacional, a exemplo do senador Humberto Costa (PT) e dos deputados federais Eduardo da Fonte (PP), Mendonça Filho (PL) e Túlio Gadêlha (PSD). Maioria também conta com o apoio de prefeitos com os quais desenvolve projetos em parceria. Conhecedora do peso das emendas parlamentares na aliança com os gestores municipais, enxerga neles importantes líderes, mas ressalta a soberania do eleitorado perante os currais eleitorais. Para a pedetista, o voto no Alto Zé do Pinho, bairro na Zona Norte do Recife, possui a mesma equivalência daquele registrado em Boa Viagem, na Zona Sul da cidade. Assegura, em um possível mandato, manter as portas do gabinete abertas a todos os pernambucanos após a eleição, independentemente de alinhamentos na campanha. Mesmo distante do Congresso, a pré-candidata diz ter percorrido os 184 municípios do estado para construir as bases do seu projeto. Apresentando-se como a senadora do presidente Lula (PT), ostenta o trunfo de ser a única mulher no páreo para uma das duas vagas. O alvo é estratégico: 3.876.071 pernambucanas (53,64% do eleitorado), para as quais já estrutura um pacote de propostas destinadas a impactar a maior parcela da população. Quer sustentar o fôlego até o dia 4 de outubro e renová-lo para os próximos oito anos.




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