Argentino chega a sua terceira final de Copa do Mundo e reacende debate sobre maior de todos os tempo

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O debate sobre quem é o maior entre Messi e Pelé é eterno. Mesmo com os feitos recordes do argentino, a comparação com o Rei do Futebol é complexa. Descubra como as inteligências artificiais tentam — e falham — em dar um veredito objetivo, reconhecendo a grandeza de ambos em suas épocas.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Lionel Messi chegou a sua terceira final de Copa do Mundo na carreira. Aos 39 anos, o argentino é o jogador com mais títulos conquistados no futebol, 46 no total; oito vezes vencedor da Bola de Ouro; artilheiro em Mundiais e aumentando o recorde com sua participação na atual edição; exemplo de longevidade e consistência fora da curva no futebol…Mas será que tudo isso é o suficiente para ser considerado o maior de todos os tempos? Ou melhor. Messi é melhor que Pelé?

Afinal, o Rei do Futebol não recebeu a chancela de majestade à toa. Considerado o atleta do século 20, Pelé é muito mais do que os três títulos de Copa do Mundo que conquistou. Em uma época que se jogava com bola de couro, com menos tecnologia nos campos, chuteiras e na medicina, o camisa 10 do Santos e da seleção brasileira fazia parecer fácil. Difícil é para o fã de futebol escolher qual dos dois é o melhor. 

Se o debate humano se torna subjetivo, a objetividade das inteligências artificiais pode ajudar. Certo?

Ao perguntar ao ChatGPT, da OpenAI: “Quem é melhor, Pelé ou Messi?” a resposta logo foi: “Não existe uma resposta objetiva — depende dos critérios usados.” 

“Em resumo: Pelé tem o maior legado histórico e três títulos mundiais. Messi tem a carreira mais documentada, enorme consistência e talento extraordinário na era moderna”, acrescentou. “Se eu tivesse que escolher apenas um considerando toda a carreira e o contexto de sua época, diria que Pelé e Messi formam o topo da história, e a preferência entre eles é, em grande parte, uma questão de critérios e opinião.”

Testada outra IA, o Claude, da Anthropic, ponderou: “Essa é uma discussão que nunca vai ter um veredito final — depende muito do que você valoriza no futebol. Mas dá pra colocar os argumentos de cada lado.” 

Para o modelo de linguagem, os contra-argumentos mais comuns para cada lado são: “Quem defende Pelé aponta que comparar eras é injusto para ele, já que jogou numa época com menos recursos de análise, arbitragem mais permissiva e viagens/preparo físico bem piores. Quem defende Messi aponta que o nível de competição atual é muito mais alto e globalizado, tornando a dominância dele ainda mais impressionante.”

O Gemini, do Google, definiu como a “pergunta de um milhão de dólares no futebol” e que no fundo “estamos comparando dois ‘reis’ de épocas completamente diferentes”. O veredito em cima do muro: “Pelé é o maior pela mística e pelo que representou para a história do esporte; Messi é o melhor que os nossos olhos já viram jogar no futebol contemporâneo.” 

Na mesma linha, o Copilot, da Microsoft, e a Meta AI, da Meta, descrevem o brasileiro por sua “grandeza histórica e impacto cultural” e o argentino por sua “perfeição técnica” e como o “maior jogador da era moderna”.

Pelo jeito nem mesmo as IAs querem mexer nesse vespeiro.

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