'Esquecer? Nunca Mais!' revisita a trajetória de Marcos Arruda, militante da Ação Popular e sobrevivente da tortura

Mônica Bergamo é jornalista e colunista

Link externo, abre página da Mônica Bergamo no Twitter

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

benefício do assinante

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

benefício do assinante

Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.

Salvar para ler depois

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

Mônica Bergamo Receba no seu email as informações exclusivas da coluna Mônica Bergamo

Edição Impressa Diminuir fonte

A ópera inédita "Esquecer? Nunca Mais!", idealizada por James N. Green, estreia no dia 16 de setembro, no Teatro Moise Safra, em uma audição para convidados. A apresentação será em uma versão menor, sem a encenação teatral completa.

A obra revisita a trajetória de Marcos Arruda, militante da Ação Popular e sobrevivente da tortura durante a ditadura militar brasileira. A narrativa acompanha sua infância, entrada no movimento estudantil, militância política, perseguição, prisão, tortura e exílio.

O libreto é de Fernanda Maia, com composição de Elodie Bouny e Roee Benn Sira, direção artística de Pablo Maritano e direção cênica de José Henrique de Paula. A dramaturgia se baseia em documentos, cartas e memórias preservadas por Lina, mãe de Arruda.

Green conheceu Arruda nos anos 1970, por meio do Comitê Contra a Repressão no Brasil, em Washington. O relato do militante sobre a tortura marcou o pesquisador e ativista, que desde então se dedicou à documentação da ditadura e à defesa da democracia brasileira.

com DIEGO ALEJANDRO, JULLIA GOUVEIA e KARINA MATIAS

LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.

benefício do assinante

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

benefício do assinante

Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.