Após uma primeira parte com dois golos, um anulado e várias oportunidades, Real desceu, deixou que Elche acreditasse e só voltou a acordar quando Carlos Espí saiu do banco para desfazer empate (2-3).

É uma história menos conhecida, é aquele tipo de história que perdurou ao longo de décadas – mas que só faz sentido recordar agora que havia um jogo entre Elche e Real Madrid. Protagonista? Alfredo Di Stéfano, Don Alfredo para os adeptos merengues que lhe devem cinco Taças dos Clubes Campeões Europeus seguidas mais oito Ligas, entre demais troféus. À partida, pouco ou nada poderia fazer a ponte entre clubes tendo no meio aquele que foi um dos melhores avançados de sempre. Procurando melhor, havia mais do que se pensava. E tudo começava no momento em que o jogador nascido na Argentina terminou a carreira em 1966.

Cuando Di Stefano se hizo entrenador y dirigió al Elche.

(La máquina del tiempo, de @laratusmarca , en Marca, como siempre, lo mejor). pic.twitter.com/ciWbYYIMkq

— Javi Roldán (@JaviHipo) September 15, 2026

Depois de ter feito as duas últimas temporadas no Espanyol, na sequência de mais uma década a jogar em Madrid pelo Real, a Flecha Loira, que tinha também nacionalidade espanhola, parou para pensar o que se seguia na vida. Só encontrou uma resposta: futebol. Como? Isso só o tempo poderia responder. Numa fase inicial, o antigo avançado esteve no Mundial de 1966, em Inglaterra, como jornalista da agência EFE. Não era suficiente. Queria mais. O próximo passo era arriscar uma carreira como treinador. Esperou, esperou mas o telefone lá acabou por tocar, com Luis Guijarro a falar-lhe na possibilidade de orientar o Elche. Foi isso que aconteceu, por culpa das proibições de estrangeiros que fizeram com que não rumasse ao AC Milan.

Os novos galácticos facilitaram a missão antes da contestação: Real Madrid volta às vitórias o campeonato no dérbi frente ao Rayo Vallecano

???? ¡En destino! pic.twitter.com/DIOoNrCJ1n

— Real Madrid C.F. (@realmadrid) September 15, 2026

Apesar de estarmos apenas na sexta jornada, o percurso 100% vitorioso do Barça com uma média de quatro por jogo e a antecâmara do dérbi de Madrid no Metropolitano fazia com que Mourinho colocasse um pouco mais de tensão na sua conversa, percebendo a importância de um triunfo diante do Elche para pelo menos manter a distância para os líderes catalães e ir à frente dos colchoneros antes da próxima ronda antes de um momento paralelo que gerou muita polémica com Mbappé, Vinícius Jr. e Konaté a esconderem parte da mensagem da t-shirt que todos os jogadores levavam antes do encontro de apoio a Ceuta (local de nascimento do presidente honorário do Real Madrid, Pirri, que ganhou dez Ligas e quatro provas europeias).

???? Vinicius, Mbappé y Konaté no enseñan el mensaje de ánimo a Ceuta.

???? Ambos futbolistas se colocaron mal la camiseta sin que se vea el 'Todos somos Caballas'. pic.twitter.com/XkrhUDS8XQ

— El Chiringuito TV (@elchiringuitotv) September 15, 2026

????✅ ¡Nuestro XI inicial!???? @ElcheCF ???? @UnicajaBanco pic.twitter.com/rHzZI1CQM7

— Real Madrid C.F. (@realmadrid) September 15, 2026

????Jose Mourinho was PISSED after Real Madrid didn’t score here pic.twitter.com/zEtR9Rdfwd

— Polymarket Sports (@PolymarketSport) September 15, 2026

Mais colocada era impossível ????

???????? @LaLiga | @elchecf 0 x 1 @realmadrid#DAZNLALIGA #DAZNBetclic pic.twitter.com/HhSzELdW3K

— DAZN Portugal (@DAZNPortugal) September 15, 2026

Mbappé marcou mas não estava em condições para grandes festejos ????