Parceria prevê foco na descapitalização do crime organizado e uso de recursos apreendidos para reforçar a segurança pública.

A principal estratégia da parceria será a descapitalização das facções criminosas, com o objetivo de enfraquecer financeiramente esses grupos e ampliar a capacidade de investigação e repressão por parte das instituições de segurança.

Entre as propostas discutidas está a destinação de bens e valores oriundos do crime organizado para investimentos em equipamentos, sistemas de inteligência e softwares especializados. A medida deve beneficiar tanto a Polícia Civil quanto o próprio Ministério Público, fortalecendo o combate qualificado às organizações criminosas.

O termo de cooperação ainda será formalizado em data a ser definida, mas já vem sendo estruturado com a participação de representantes das duas instituições.

Além de Danilo de Castro, participaram da reunião o delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Augusto Barros; o superintendente estadual de Investigações Criminais, Guilherme Campelo; e o diretor do Centro de Recuperação de Ativos, Bruno Aguiar.

Pelo MPMA, estiveram presentes o coordenador do Gaeco, Haroldo Paiva de Brito; a diretora da Secretaria de Planejamento e Gestão, Rita de Cássia Maia Baptista; o chefe de gabinete da PGJ, Fábio Meireles Mendes; e o coordenador da Assessoria Especial de Investigação, Reginaldo Júnior de Carvalho.

O procurador-geral de justiça destacou a importância da integração entre as instituições como estratégia essencial para melhorar a eficiência no enfrentamento ao crime organizado no estado.