Ação apura conformidade regulatória e eventual prática de condutas abusivas; jogador e influenciadora não são investigados

Ação apura conformidade regulatória e eventual prática de condutas abusivas; jogador e influenciadora não são investigados

A ação foi instaurada na última 6ª feira (19.jun.2026), depois de denúncias sobre retenção sistemática de fundos de usuários a partir de justificativas genéricas. Também foi considerado um relatório técnico com mais de 42.000 reclamações registradas contra a plataforma. 

Neymar e Virgínia, contudo, não são investigados. O pedido da Prodecon, que integra o MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios), faz parte de um inquérito civil público que investiga a conformidade regulatória e a eventual prática de condutas abusivas pela casa de apostas.

Além dos 2, a Prodecon também pediu cópias dos contratos dos influenciadores Lucas Lira e Bruna Sunaika. 

A Promotoria pede à Blaze:

O MPDFT afirma que o inquérito pode levar a uma sanção com pedido de danos morais estimado em R$ 120 milhões. 

A Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) também foi acionada para encaminhar nota técnica e relatório de reclamações e processos contra a plataforma.