Chama a atenção a persistência de um contingente de cerca de 10% da população que, segundo pesquisas recentes, prefere torcer abertamente contra o próprio país
O Brasil tem hoje um desafio importante, daqueles que testam o coração e os nervos de uma nação inteira: um mata-mata decisivo contra um adversário forte do futebol europeu. O peso do passado recente joga junto, afinal, os dois últimos confrontos contra europeus nessa fase foram traumáticos — as eliminações diante da Bélgica em 2018 e da Croácia em 2022 ainda deixam cicatrizes e um natural sentimento de desconfiança no ar.




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